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Nvidia (NVDA) prevê vendas de US$ 78 bilhões no 1º tri fiscal, acima da expectativa de analistas; ação sobe

25 fev 2026, 18:58 - atualizado em 25 fev 2026, 18:58
nvidia nvda
(Imagem: Reprodução)

A Nvidia (NVDA) estimou nesta quarta-feira (25) uma receita para o primeiro trimestre acima das previsões de analistas, apostando em investimentos expressivos de grandes empresas de tecnologia em seus processadores de inteligência artificial.

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A fabricante de chips prevê vendas de US$ 78 bilhões no primeiro trimestre fiscal, com uma margem de erro de 2% para cima ou para baixo, em comparação com a média de estimativas de analistas compiladas pela LSEG, de US$ 72,60 bilhões.

No after market, as ações da companhia subiam 2,4% na Nasdaq, a US$ 200,13, depois de terem avançado 1,6% no pregão regular.

A importância do balanço da Nvidia

Investidores aguardavam os resultados da Nvidia para avaliar se as centenas de bilhões de dólares que as grandes empresas de tecnologia estão colocando em infraestrutura de data centers estão dando resultado.

Wall Street tem apostado em sinais de forte demanda pelos chips de IA de ponta da Nvidia, em meio a consideráveis investimentos da Alphabet, Microsoft, Amazon.com e Meta Platforms, que devem totalizar pelo menos US$630 bilhões em 2026, com a maior parte dos recursos destinada a data centers e processadores.

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Empresas e governos estão investindo incessantemente na corrida para desenvolver a tecnologia de IA mais sofisticada, sob o risco de ficarem para trás.

Hegemonia da Nvidia em risco?

Sinais de que a longa hegemonia da Nvidia na fabricação de chips de IA está em risco começam a surgir.

A AMD está prestes a revelar um novo servidor de IA de ponta ainda este ano e fechou acordos com clientes relevantes da Nvidia, incluindo a Meta.

O Google, enquanto isso, emergiu como um dos principais concorrentes ao fechar um acordo para fornecer à Anthropic, criadora do chatbot Claude, seus chips próprios chamados TPUs. O Google, controlado pela Alphabet, também está em negociações para fornecer à Meta, segundo relatos da mídia.

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As grandes empresas de tecnologia estão cada vez mais se voltando para dentro em busca de maior poder computacional, dedicando recursos ao desenvolvimento de chips próprios que estão sendo implantados em seus centros de dados.

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