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O que esperar do agronegócio em 2025? Analista vê Brasil ganhando mercados com guerra comercial

28 abr 2025, 13:21 - atualizado em 28 abr 2025, 13:39

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O agronegócio brasileiro deve se movimentar nesta semana com a Agrishow, a maior feira do setor no país. De acordo com Jean Miranda, analista do BTG Pactual, a guerra comercial traz para o agro do Brasil um cenário-base parecido com o que ocorreu durante o primeiro mandato de Donald Trump

“Em 2018 os Estados Unidos perderam parte do mercado de soja na China e o Brasil ganhou esse espaço”, disse Miranda, em entrevista ao Giro do Mercado desta segunda-feira (28). 

Para além da soja, o analista ressalta que as exportações de proteínas podem surfar a abertura de mais mercados. Segundo Miranda, as empresas já viviam um bom momento antes do tarifaço e devem apresentar bons resultados no primeiro trimestre de 2025 (1T25), sobretudo para frango e suínos

No entanto, Miranda destacou o dia negativo para os frigoríficos, que figuram entre as maiores quedas no Ibovespa (IBOV), principalmente a Minerva (BEEF3), que caía mais de 4% por volta das 13h30.  

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“Existe um sentimento no mercado de que se a empresa gera caixa, ela precisa distribuir de alguma forma para os investidores. Se a empresa gera caixa, mas está voltando esse recurso para investimentos que só vão dar algum resultado no futuro, que é o caso, os investidores acabam não gostando”, disse.

Semana movimentada no Brasil e nos EUA

Além do agro, a tendência é de semana agitada nos mercados, mesmo com feriado na quinta-feira (1), por conta da divulgação dos resultados de grandes empresas como Gerdau (GGBR4), Santander (SANB11) e WEG (WEGE3).

Nos EUA, além dos resultados de quatro das “sete magníficas” (Amazon, Apple, Meta e Microsoft), serão divulgados dados do mercado de trabalho, PIB e inflação.

Após o feriado, na primeira semana de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne para definir o que acontece com a taxa de juros do Brasil. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), também define os juros nos EUA.

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O especialista comentou sobre a possibilidade de redução da taxa Selic terminal e a próxima decisão do Federal Reserve sobre os juros americanos. Para acompanhar o programa na íntegra, acesse o canal do Money Times no YouTube.

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Repórter estagiário no Money Times, graduando em jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP). Cobre empresas, mercados e agronegócio desde 2024.
gustavo.silva@moneytimes.com.br
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