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O que esperar do balanço da Meta (META): Investimentos devem acelerar em 2026, mesmo com ceticismo do mercado

28 jan 2026, 11:34 - atualizado em 28 jan 2026, 11:34
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(Imagem: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration)

Meta (META) deve divulgar seus resultados do quarto trimestre (4T25) fiscal após o fechamento do mercado nesta quarta-feira (28), com os investidores de Wall Street e do mundo acompanhando de perto os contínuos da empresa com data centers voltados à inteligência artificial (IA). 

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Isso porque as ações da Meta caíram mais de 12% desde a divulgação dos mais recentes resultados do terceiro trimestre, em outubro, com investidores demonstrando ceticismo com o enorme volume de investimentos (capex) da gigante das redes sociais. 



Mesmo assim, a Meta também deve elevar sua projeção de despesas de capital. O capex total de 2025 deve permanecer no intervalo entre entre US$ 66 bilhões e US$ 72 bilhões e subir para faixa de US$ 70 bilhões e US$ 72 bilhões em 2026.  

A própria empresa já afirmou que espera o crescimento das despesas de capital em 2026 seja “notavelmente maior”. 

Segundo estimativas consensuais de analistas da Bloomberg, a Meta deve reportar lucro por ação (LPS ou EPS, na sigla em inglês) de US$ 8,16, com receita de US$ 58,4 bilhões. 

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Isso representaria uma melhora em relação aos US$ 8,02 por ação e aos US$ 48,4 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Vale lembrar que o EPS e a geração de receita têm sido as métricas principais do mercado para avaliar os negócios das big techs. 

A divisão Reality Labs (que engloba o segmento de vestíveis, como óculos conectados com IA) da Meta deve gerar US$ 959 milhões no trimestre, mas também deve registrar um prejuízo operacional de US$ 5,9 bilhões. 

Por último, os resultados da Meta se somam aos da Microsoft e Tesla na noite de hoje e funcionarão como termômetro para o mercado de como estão os rendimentos em relação aos gastos vultosos com inteligência artificial.  

*Com informações da Bloomberg e Yahoo Finance.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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