Mercados

O que está mexendo com os mercados? Veja as principais notícias desta tarde

05 jan 2021, 13:28 - atualizado em 05 jan 2021, 13:28
EUA Wall Street
Todos os principais setores do S&P subiam nesta sessão, com ações de energia em alta de cerca de 2% devido aos preços mais altos do petróleo (Imagem: REUTERS/Brendan McDermid)

1 – Wall Street sobe de olho em eleição para Senado dos EUA

Os principais índices de Wall Street subiam após um fraco início de sessão nesta terça-feira, enquanto investidores aguardavam o resultado do segundo turno das eleições para o Senado da Geórgia, que devem determinar o equilíbrio de poder em Washington.

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Embora uma “onda azul” do Congresso possa dar início a um maior estímulo fiscal para ajudar a economia devastada pelo coronavírus, também pode abrir caminho para que o presidente eleito Joe Biden promova uma maior regulamentação corporativa e impostos mais altos, prejudicando algumas áreas do mercado.

“Os investidores estão adotando uma postura de esperar para ver… há muito com que se preocupar –não apenas nos EUA com as eleições, mas também por causa das diferentes cepas do vírus que agora estão sendo relatadas em todo o mundo”, disse o estrategista-chefe de investimentos da CFRA, Sam Stovall.

Todos os principais setores do S&P subiam nesta sessão, com ações de energia em alta de cerca de 2% devido aos preços mais altos do petróleo.

Os setores de bens de consumo, serviços públicos e imobiliário –considerados defensivos e que pagam dividendos– ficavam para trás em relação ao mercado geral.

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Às 12:30 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,09%, a 30.250 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,459379%, a 3.718 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,53%, a 12.766 pontos.

2 – Preços do petróleo sobem com Opep estudando corte

Os preços do petróleo avançavam nesta terça-feira, em meio a tensões após a captura pelo Irã de uma embarcação sul-coreana e depois de notícias de que o grupo de produtores Opep+ está estudando um possível corte de oferta em fevereiro.

Ambos os contratos recuaram mais de 1% na segunda-feira, após a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados, conhecidos como Opep+, terem falhado em um acordo sobre mudanças na produção de petróleo em fevereiro.

Arábia Saudita foi contra um bombeamento adicional devido aos novos lockdowns, enquanto a Rússia liderou pedidos por uma produção maior, citando a recuperação da demanda.

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3 – Ásia: blue-chips da China têm máxima de 5 anos

O índice de blue-chips da China ampliou os ganhos para atingir uma máxima de cinco anos e meio nesta terça-feira, ajudado pelos papéis de consumo, com os investidores aguardando mais medidas para alimentar o consumo no país em meio ao surto de coronavírus.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,91%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,73%.

Mercados Wall Street Nasdaq
A atividade manufatureira dos Estados Unidos subiu em dezembro para o nível mais alto em quase dois anos e meio (Imagem: REUTERS/Eduardo Munoz)

Liderando os ganhos, o índice de consumo básico do CSI300 saltou 5,1%. Os índices de saúde e materiais avançaram 2,2% e 2,6% respectivamente.

4 – Atividade fabril nos EUA sobe para máxima

A atividade manufatureira dos Estados Unidos subiu em dezembro para o nível mais alto em quase dois anos e meio, provavelmente com a demanda passando de serviços para bens diante do aumento de novas infecções de Covid-19.

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O Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira que seu índice de atividade fabril nacional se recuperou para uma leitura de 60,7 no mês passado, nível mais alto desde agosto de 2018, depois de marcar 57,5 em novembro.

5 – Minério de ferro salta 4% na China

Os futuros do minério de ferro na China avançaram pela terceira sessão consecutiva nesta terça-feira e tocaram o maior nível em uma semana, em meio a preocupações sobre um aperto na oferta que pressionou os preços spot da matéria-prima do aço para acima de 160 dólares por tonelada.

Após subirem por duas semanas, os volumes de minério de ferro despachados de 19 portos e 16 empresas na Austrália e no Brasil— maiores fornecedores da China, principal consumidor global– recuaram entre 28 de dezembro e 3 de janeiro em mais de 1 milhão de toneladas, ou 4,3%, na comparação com a semana anterior, de acordo com a consultoria Mysteel.

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