Economia

O que mudou no comunicado do Copom que manteve a Selic a 15%? Veja a comparação

28 jan 2026, 18:41 - atualizado em 28 jan 2026, 18:47
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Copom confirmou a expectativa do mercado e manteve a Selic para 15%. Veja o que mudou no comunicado que acompanhou a decisão (Imagem: Divulgação/Banco Central)

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 15,00% ao ano, no maior nível da taxa básica de juros desde meados de 2006, nesta quarta-feira (28).

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Essa foi a quinta manutenção consecutiva e em linha com o esperado pelo mercado. A decisão do colegiado foi unânime.

No comunicado, os diretores mantiveram a avaliação de que o cenário internacional se mantém incerto, com destaque para a política econômica dos Estados Unidos e reiterou que a conjuntura atual exige “cautela” por parte dos países emergentes em um ambiente marcado por tensão geopolítica.

No cenário doméstico, o Copom destacou que o conjunto de indicadores segue apresentando, conforme o esperado, trajetória de moderação no crescimento de atividade econômica e acrescentou – em relação ao último comunicado – que o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência.

O comunicado também afirmou que a estratégia do Comitê em curso, de juros elevados, tem se mostrado adequada para a assegurar a convergência da inflação à meta e retirou a indicação de manter “o nível da taxa de juros por período bastante prolongado”.

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Dessa vez, o Copom sinalizou um possível corte nos juros em março. “O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.”

“O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária”, acrescentou o documento.

  • ESPECIAL COPOM: Acompanhe a decisão de juros no Brasil

Na decisão desta quarta-feira (28), os diretores também reduziram as expectativas para a inflação. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 é de 3,4%, dentro do teto da meta — ante a projeção anterior de 3,5%.

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O Money Times fez a comparação entre o comunicado do Copom desta reunião, com as mudanças assinaladas em relação ao documento da reunião passada.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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