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Oncoclínicas (ONCO3) obtém liminar contra o BRB e impede mudanças na governança de fundos; ações caem até 3,5% na bolsa

03 mar 2026, 12:07 - atualizado em 03 mar 2026, 12:08
oncoclínicas
Oncoclínicas busca impedir interferência do BRB com tutela antecipada (Imagem: Divulgação)

A Oncoclínicas (ONCO3) disse nesta terça-feira (3) que obteve uma tutela antecipada em caráter antecedente que impede o Banco de Brasília (BRB) de promover mudanças na gestão ou na governança dos fundos detentores (FIPs) de ações da empresa.

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Conforme comunicado emitido ao mercado, a tutela também impede o BRB de dispor sobre as cotas e ativos dos referidos fundos.

O BRB possui 98,3 milhões de ações da Oncoclínicas, representando uma participação de 8,68%, segundo informações no site da companhia.

A Oncoclínicas destacou que a decisão judicial liminar não representa um desfecho definitivo e final do assunto, já que está sujeita aos recursos previstos em lei.

O grupo declarou anteriormente que as cotas da Oncoclínicas detidas pelo Banco Master foram transferidas para o BRB após a liquidação extrajudicial, e que iria tomar medidas que incluem o exercício de opção de compra sobre os FIPs Quiron e Tessalia, que detêm ações da Oncoclínicas.

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O Banco Master se tornou acionista da Oncoclínicas em 2024 com participação de 20% na empresa após injetar R$ 1 bilhão por meio dos FIPs em uma rodada de aumento de capital. A participação foi posteriormente diluída a 8,68% decorrente de outro aumento de capital.

As ações da Oncoclínicas recuavam aproximadamente 3,5% na bolsa de valores por volta das 12h (horário de Brasília), a R$ 2,48.



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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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