Onde investir em 2026? Money Picks revela ações promissoras do ano
No primeiro Money Picks do ano, a jornalista Juliana Caveiro apresenta as principais escolhas das casas de análise para 2026.
1 – Bradesco (BBDC4)
De acordo com o Itaú BBBA, o setor financeiro segue forte em 2026. Com uma combinação de lucro em crescimento, inadimplência controlada, ganhos de eficiência, rentabilidade sólida e valuation ainda atrativo, os analistas apostam que essa será a porta de entrada dos investidores estrangeiros para o Brasil durante o ano.
Nesse cenário, o Bradesco se destaca, de acordo com o JPMorgan. Os especialistas apontam que o combo de avanços operacionais, plano de transformação acelerado e ganhos consistentes podem impulsionar os resultados do banco em 2026.
Uma novidade no Money Picks, a Bemobi apareceu como destaque no relatório Onde Investir da XP Investimentos para o setor de tecnologia em 2026.
A empresa que atua com pagamentos, softwares, assinaturas digitais e soluções financeiras promete aumento nos lucros e geração de caixa para o ano.
No último resultado apresentado, a empresa mostrou receita crescendo mais de 20% em um ano, avanço acelerado de lucros e investimento no crescimento, com geração de caixa fortalecido.
Para a XP, a Bemobi ainda se destaca no setor pelo crescimento, rentabilidade, geração de caixa e preço razoável na bolsa.
Já no setor elétrico, uma aposta de 2026 fica com a Auren, mesmo com um trimestre de desafios devido às condições climáticas.
Para os analistas, a pressão sobre a companhia ainda vai seguir por um tempo, com resultados mais consolidados aparecendo apenas a partir de 2027. Com uma boa execução interna e melhor organização da estrutura da empresa, o problema está mais voltado para um conjunto de fatores externos que fogem do controle da Auren.
Mesmo com esses desafios, o BTG mantém a recomendação de compra para a companhia, entendendo que boa parte das dificuldades já está refletida no valor da ação.
Já para o JPMorgan, a Auren é uma boa aposta a longo prazo, e o banco elevou o preço-alvo da empresa. Ainda assim, os analistas seguem cautelosos, apontando que essa não é uma ação para quem busca resultado rápido.
Se beneficiando do possível aumento da negociação de ações dentro do mercado em 2026, a B3 é a aposta de Ruy Hungria, que comanda a carteira de dividendos da Empiricus Research.
Com um possível corte na taxa Selic durante o ano, a classe mais rentável de ativos para o negócio da B3 tende a ser o destino de muitos investidores.
O analista aponta que as ações da B3 são positivas para quem busca dividendos, pois, com o crescimento das receitas, a companhia pode pagar dividendos ainda melhores em 2026.
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