Mercados

Ouro cai 1% com dólar forte e escalada das tensões no Irã

11 mar 2026, 16:03 - atualizado em 11 mar 2026, 16:08
ouro china valor recorde
(Imagem: Konomista)

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, encerrou a sessão desta quarta-feira (11) em forte queda, em meio a escalada das tensões no Irã e fortalecimento do dólar.

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O contrato mais líquido do ouro, com vencimento em abril, fechou com recuo de 1,20%, a US$ 5.179,10 por onça-troy na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.



O que mexeu com o ouro?

Os investidores continuaram a monitorar a guerra no Irã e as possíveis consequências do conflito na inflação e trajetória dos juros dos Estados Unidos.

Hoje, o presidente norte-americano Donald Trump voltou a dizer que a guerra no Oriente Médio deve ser encerrada “em breve”, já que não há mais estruturas a serem atacadas.

O Irã, porém, intensificou a sua ofensiva. Durante a madrugada, o comando militar iraniano atacou mais três navios no Golfo Pérsico bloqueado, enquanto Teerã disparou contra Israel e alvos em toda a região. O país também disse que o mundo deveria estar preparado para que o petróleo atinja US$ 200 por barril.

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O mercado acompanhou novos dados econômicos. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,3% no mês de fevereiro, segundo dados do Departamento do Trabalho do país.

inflação norte-americana no acumulado dos últimos 12 meses soma 2,4%. Com isso, os preços ainda estão acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve (Fed).

Apesar de ser considerada a referência inflacionária pelo Fed, o mercado consolidou a aposta de corte nos juros pelo Fed a partir de julho. Para a próxima decisão de política monetária, que acontece na semana que vem, há 99,3% de chance de o BC manter os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, de acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.

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