Ouro

Ouro cai 4% após Trump adiar ataques ao Irã

23 mar 2026, 15:58 - atualizado em 23 mar 2026, 15:58
barras de ouro
(Imagem: Canva)

O ouro encerrou a sessão desta segunda-feira (23) em forte queda com a breve ‘trégua’ dos Estados Unidos contra o Irã. A ‘pausa’ nos ataques deve durar cinco dias.

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O contrato mais líquido do ouro, para abril, terminou o pregão com recuo de 3,66%, a US$ 4.407,30 por onça-troy, na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex).

Na mínima intradia, o metal preciso chegou a ser cotado a US$ 4.100 por onça-troy.



Já a prata para março teve queda de 0,46%, a US$ 69,04 por onça-troy.

O que mexeu com ouro hoje?

Os preços do ouro recuaram abaixo de US$ 5 mil por onça-troy em meio ao aumento do apetite ao risco dos investidores, na expectativa de uma solução para o conflito no Oriente Médio.

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Pela manhã (23), o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que os EUA e o Irã tiveram, nos últimos dois dias, conversas “muito boas e produtivas” para uma resolução completa e total da guerra no Oriente Médio.

Trump também anunciou uma “pausa” de cinco dias nos ataques contra a infraestrutura energética iraniana.

“Com base no teor e no tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, instruí o Departamento de Guerra a adiar todos e quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias”, escreveu Trump em uma postagem na Truth Social.

A agência de notícias iraniana Fars, citando uma fonte, afirmou que não há comunicações diretas ou indiretas com os Estados Unidos, apesar da recente declaração de Trump. Logo depois, o presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Ghalibaf, enfatizou que não houve negociações.

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Os analistas do Swissquote afirmaram que o ouro caiu para a média móvel de 200 dias pela primeira vez desde o segundo semestre do ano passado. “A queda pode se intensificar se o dólar continuar se fortalecendo e os juros dos Treasuries permanecerem elevados, aumentando o custo de oportunidade de manter ativos que não geral rendimentos”, afirmaram.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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