Ouro

Ouro avança 1% na semana e dribla tensões no Oriente Médio

24 jul 2026, 16:29 - atualizado em 24 jul 2026, 16:32
Prata e ouro
(Crédito da imagem: e-crow/istockphoto)

O ouro fechou em alta nesta sexta-feira (24) após as perdas de 2% da véspera, diante do alívio nos preços do petróleo.

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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto encerrou a sessão em alta de 0,51%, a US$ 4.070,8 por onça-troy, subindo 1,3% na semana.



Já a prata para setembro subiu 1,47%, a US$ 58,906 por onça-troy, ganhando 4,6% na semana.

O que mexeu com o ouro hoje?

Os impactos da guerra entre Estados Unidos e Irã, com uma nova rodada de troca de ataques, segue no radar dos investidores, mas não pesou na cotação do metal dourado.

Ainda assim, o foco do mercado permanece na política monetária dos Estados Unidos, já que as taxas de juros mais altas reduzem o apelo do ouro. “Os dados benignos de preços de junho deram ao Federal Reserve mais tempo para avaliar como a inflação evolui nos próximos meses”, diz a Capital Economics.

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“Se as pressões inflacionárias permanecerem tão persistentes quanto esperamos, o Federal Reserve começará a apertar a política monetária com um aumento de 25 pontos-base em setembro, uma medida agora totalmente precificada pelos mercados após a recuperação do WTI para mais de US$ 90 o barril.”

“Espera-se que o Fed mantenha as taxas de juros inalteradas na próxima semana, mas as expectativas de uma postura mais agressiva continuam a crescer juntamente com a alta dos preços da energia, uma combinação que deve continuar a sustentar o dólar até que a situação no Oriente Médio comece a se estabilizar”, avalia Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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