Internacional

Parlamento, favorável a Maduro, suspende imunidade de Guaidó

03 abr 2019, 9:44 - atualizado em 03 abr 2019, 9:44
O autoproclamado presidente da Venezuela teve sua imunidade suspensa e pode ir para a prisão (Imagem: Facebook oficial de Juan Guiadó)

A Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela, ligada ao governo de Nicolás Maduro, aprovou a suspensão da imunidade parlamentar de Juan Guaidó, autodeclarado presidente do país e presidente da Assembleia Nacional, que é de oposição. O pedido para a suspensão foi encaminhado pelo Tribunal Supremo de Justiça (TSJ).

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O presidente da Suprema Corte, Maikel Moreno, argumentou que Guaidó violou as medidas cautelares impostas contra ele, como a proibição de deixar a Venezuela. O autodeclarado presidente viajou para o Brasil, Paraguai, Argentina e Equador em fevereiro.

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O presidente da Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela (ANC), Diosdado Cabello, disse que a suspensão da imunidade parlamentar de Guaidó é uma demonstração de justiça.

Guaidó estava proibido de viajar ao exterior, mas deixou a Venezuela e visitou Brasil, Paraguai, Argentina e Equador em fevereiro (Imagem: Arquivo/Wilson Dias/Agência Brasil)

Além do fim da imunidade, Guaidó é investigado pelo Ministério Público da Venezuela, ligado a Maduro, por desrespeito à Constituição e às autoridades públicas ao autodeclarar-se presidente da República.

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Guaidó está ainda proibido de exercer cargos públicos por 15 anos. Segundo a Controladoria da Venezuela, ele não forneceu informações sobre suas despesas e condições financeiras no período em que viajou para o exterior.

*Com informações da Telesur, emissora multiestatal de televisão com sede em Caracas

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