Tecnologia

Pentágono ameaça cortar Anthropic por limitações no uso de sua inteligência artificial, diz Axios

16 fev 2026, 9:24 - atualizado em 16 fev 2026, 8:58
(Imagem: REUTERS/Dado Ruvic)

O Pentágono está considerando encerrar seu relacionamento com a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic devido à sua insistência em manter algumas restrições sobre como as Forças Armadas dos Estados Unidos usam seus modelos de IA, publicou a Axios no sábado, citando um funcionário do governo norte-americano.

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O Pentágono está pressionando quatro empresas de IA para que permitam que as Forças Armadas utilizem suas ferramentas para “todos os fins legais”, incluindo nas áreas de desenvolvimento de armas, coleta de inteligência e operações em campo de batalha, mas a Anthropic não concordou com esses termos e o Pentágono está ficando cansado após meses de negociações, de acordo com a reportagem da Axios.

As outras empresas  incluem OpenAI, Google e xAI.

Um porta-voz da Anthropic disse que a empresa não discutiu o uso de seu modelo de IA Claude para operações específicas com o Pentágono. O porta-voz disse que as conversas com o governo dos EUA até agora se concentraram em um conjunto específico de questões de política de uso, incluindo limites rígidos em torno de armas totalmente autônomas e vigilância doméstica em massa, nenhuma das quais relacionada às operações atuais.

O Pentágono não comentou o assunto.

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O modelo de IA Claude da Anthropic foi usado na operação militar dos EUA para capturar o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, com Claude implantado por meio da parceria da Anthropic com a empresa de dados Palantir, publicou o Wall Street Journal na sexta-feira.

A Reuters informou na quarta-feira que o Pentágono estava pressionando as principais empresas de IA, incluindo OpenAI e Anthropic, para disponibilizar suas ferramentas de inteligência artificial em redes confidenciais sem muitas das restrições padrão que as empresas aplicam aos usuários.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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