Mercados

Petrobras (PETR4) sobe 2,5%, mas bancos pressionam Ibovespa

23 fev 2026, 13:04 - atualizado em 23 fev 2026, 13:04
petrobras petr4
(Imagem: Kaype Abreu / Money Times)

O Ibovespa (IBOV) afastava-se das mínimas nesta segunda-feira (23) e chegou a superar, no melhor momento do pregão, a marca inédita de 191 mil pontos, impulsionado principalmente pelo desempenho da Petrobras (PETR4). No entanto, o índice perdeu força, pressionado sobretudo pelas ações de bancos. Por volta de 12h30, o Ibovespa cedia 0,45%, aos 189.674,07 pontos.

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A política comercial dos Estados Unidos permanece sob os holofotes, com anúncio no sábado pelo presidente Donald Trump de tarifa global de 15%, após a Suprema Corte invalidar na sexta-feira o programa tarifário anterior do republicano.

No noticiário corporativo, a Petrobras figurava entre os principais suportes do índice, com as ações preferenciais (PN) em alta de 2,29% e as ordinárias (ON) avançando 2,71%, acompanhando a valorização de 0,98% do petróleo Brent no exterior.

Entre os bancos, o tom era negativo. Itaú Unibanco (ITUB4) recuava 2,5%, após três altas consecutivas que somaram ganho de 3%. Bradesco (BBDC4) caía 1,61%, Santander Brasil (SANB11) cedia 1,85% e BTG Pactual Unit recuava 1,45%. A exceção era o Banco do Brasil, com leve alta de 0,15%.

Entre os destaques positivos, Telefônica Brasil subia 2,97%, após divulgar balanço do quarto trimestre com lucro e Ebitda acima do esperado por analistas, além de crescimento de 7% na receita líquida. A companhia também anunciou novo programa de recompra de ações e proposta de redução de capital.

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Cosan (CSAN3) avançava 3,37%, após informar que avalia realizar uma oferta pública inicial (IPO) de sua controlada Compass Gás e Energia.

Já Raízen (RAIZ3) subia 5%, depois de renovar mínimas históricas na última sexta-feira, quando chegou a R$ 0,58 no pior momento do pregão, em meio a preocupações com os preços de açúcar e etanol e a estrutura de capital da companhia.

Na ponta negativa, Vibra Energia (VBBR3) caía 3,68%, após explosão em tanque de armazenamento de etanol em Volta Redonda (RJ). Braskem (BRKM5) recuava 1,83%, no segundo pregão de queda, após a Braskem Idesa anunciar o não pagamento de juros de notas com vencimento em 2032. Natura ON cedia 1,16%, após acordo para encerrar um caso envolvendo a Avon nos Estados Unidos mediante pagamento de US$ 67 milhões.

Vale (VALE3) tinha leve alta de 0,3%, em sessão novamente sem o referencial do mercado chinês devido a feriado. A mineradora anunciou estimativa de US$ 3,5 bilhões em investimentos em projetos de cobre em Carajás (PA) entre 2026 e 2030.

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Fora do Ibovespa, Azul avançava 12,1%, após anunciar a saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11), com a administração sinalizando foco em crescimento responsável após a reestruturação.

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