Mercados

Petrobras recua com produção menor no 2º tri e revisão de metas para o ano

26 jul 2019, 12:09 - atualizado em 26 jul 2019, 12:10
Ações da Petrobras operam com queda, estando entre as maiores quedas do Ibovespa (Imagem: Dado Galdieri/Bloomberg)

Por Investing.com 

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Na parte da manhã desta sexta-feira na bolsa paulista, as ações da Petrobras (PETR4) operam com queda de 1,67% a R$ 26,45, estando entre as maiores quedas do Ibovespa. A companhia informou que a produção total de petróleo, LGN e gás natural no segundo trimestre somou 2,63 milhões de barris de óleo equivalente/dia (boed), com alta de 3,8% ante o primeiro trimestre, mas recuo de 1% na comparação anual.

A produção de petróleo e LGN somou 2,05 milhões de barris por dia (bpd) no período, com avanço de 4,1% frente ao primeiro trimestre e queda de 0,5% frente a mesmo período de 2018, segundo relatório de produção divulgado na madrugada da quinta-feira.

Para o BTG Pactual (BPAC11), a boa notícia do resultado operacional é que alguns sistemas operaram com menos de 50% de sua capacidade de produção total, o que mostra um potencial de crescimento da produção da Petrobras.

Os analistas do banco acreditam que, com esses números, há pouco espaço para surpresas para o balanço trimestral que serão divulgados na próxima semana. Eles entendem que o mercado deve reagir de forma negativa à prévia divulgada ontem, que traz um guidance menor.

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O banco aproveitou os dados para rever as estimativas do resultado da estatal, agora com receita líquida de R$ 92,4 bilhões, Ebitda ajustado de R$ 32,5 bilhões e lucro líquido de R$ 7,3 bilhões.

Mesmo assim, o BTG retira a recomendação de compra para Petrobras, sendo uma das ações de sua preferência.

A companhia afirmou que as plantas de gás dos novos sistemas de produção de Búzios levaram mais tempo para comissionamento do que nas plataformas do campo de Lula, “devido à sua maior complexidade”, o que postergou a entrada de novos poços produtores, resultando em produção em Búzios 180 mboed abaixo do previsto em junho.

A empresa ressaltou que a meta revisada para 2019 é suportada pela resolução dos problemas citados, “que já resultaram em melhora operacional em julho”, com a produção média voltando ao patamar de 2,7 milhões boed e com as perspectiva de entrada de novos poços em Búzios.

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