Mercados

Petróleo recua mais de 2% e flerta com US$ 100 durante a sessão desta quarta-feira (1º)

01 abr 2026, 16:58 - atualizado em 01 abr 2026, 17:07
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(Foto: Reuters/Christian Hartmann)

Os preços do petróleo terminaram a sessão desta quarta-feira (1º) em queda com sinalizações de cessar-fogo no Oriente Médio.

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Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para junho caíram 2,70%, a US$ 101,16 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para maio registraram recuo de 1,24% (US$ 1,26), a US$ 100,12 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

O que mexeu com petróleo hoje?

A expectativa de um cessar-fogo próximo entre Estados Unidos e Irã trouxe mais um dia de alívio nos preços do petróleo.

Após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que os EUA poderiam deixar o Irã em duas a três semanas, mesmo sem um acordo, o Brent chegou a ser negociado abaixo de US$ 100 por barril durante o pregão.

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Trump disse também mais cedo que Teerã teria solicitado um cessar-fogo, condicionando uma decisão de Washington à reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passa uma parcela relevante do fluxo global de petróleo.

A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês), no entanto, reiterou que o Estreito de Ormuz permanece sob “pleno controle” de sua Marinha e rejeitou qualquer possibilidade de reabertura nas condições sugeridas pelos Estados Unidos.

Em comunicado, a força disse que a via estratégica “não será reaberta aos inimigos desta nação por meio das ‘encenações ridículas’ do presidente” norte-americano.

Em entrevista à agência de notícias Reuters hoje, Trump afirmou que os Estados Unidos “sairão do Irã muito rapidamente” e poderão retornar para “ataques pontuais”, se necessário.

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Com o conflito em sua quinta semana e Trump sob pressão para encerrar a guerra em meio ao aumento dos preços da gasolina, o presidente agendou para hoje um discurso à nação às 22h (horário de Brasília).

*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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