Commodities

Petróleo bruto dos EUA atinge alta de 5 meses

02 abr 2019, 13:20 - atualizado em 02 abr 2019, 13:20

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Por Investing.com

O petróleo atingiu na terça-feira a sua maior cotação de 2019, numa mistura de otimismo renovado sobre as perspectivas econômicas e os efeitos contínuos da queda na produção dos países da Opep.

Os contratos futuros de petróleo bruto WTI, negociados em Nova York ganharam 1,5%, a US$ 62,40 o barril às 13h19. A commodity  superou a marca de US$ 62 pela primeira vez desde novembro passado.

Leituras melhores do que o esperado da atividade industrial nos EUA e China divulgados nesta semana diminuíram as preocupações de que uma economia global em desaceleração pudesse exigir menos petróleo.

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Uma pesquisa da Reuters divulgada na segunda-feira mostrou que a produção de petróleo bruto da Opep caiu quase 300.000 barris por dia para uma baixa de quatro anos em março. A Arábia Saudita liderou o compromisso cortando sua produção mais do que o prometido, enquanto as interrupções de energia na Venezuela restringiram o carregamento de remessas de exportação.

Os mercados receberam as notícias nesta terça-feira de que a Rússia ficou aquém de sua meta de corte na produção de petróleo para março em seu ritmo. O ministro da Energia da Rússia, Alexander Novak, havia dito anteriormente que abril seria o primeiro mês em que Moscou alcançaria o cumprimento total do acordo de produção. A Rússia garantiu uma isenção efetiva dos cortes durante o inverno, uma época em que a manutenção de campo apresenta grandes desafios.

Ao mesmo tempo, há sinais de que o crescimento explosivo na a produção americana nos últimos meses pode estar diminuindo. O analista sênior de commodities do Investing.com, Barani Krishnan apontou declínios contínuos na atividade de perfuração para a lista de fatores de alta, chamando-o de “uma tempestade perfeita para os comerciantes e fundos situados no lado curto do mercado”.

Ainda hoje, o Instituto Americano de Petróleo deverá divulgar seu relatório semanal referente à semana encerrada em 29 de março às 17h30.

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O relatório chega antes da divulgação dos dados oficiais do governo da Administração de Informações sobre Energia, na quarta-feira, em meio a expectativas de um consumo de 1,2 milhão de barris.

Em outras negociações de energia, os contratos futuros de gasolina ganhavam 0,3% para US$ 1,9044 por galão às 9h01, enquanto o óleo de aquecimento avançava 0,3% para US$ 1,9937 o galão.

Por fim, os contratos futuros de gás natural recuavam 0,1%, para US$ 2,705 por milhão de unidades térmicas britânicas.

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