Petróleo

Petróleo dispara 27% na semana; WTI sobe 35%, no nível mais alto em 2 anos

06 mar 2026, 17:39 - atualizado em 06 mar 2026, 18:41
petróleo
(Foto: Reuters/Eli Hartman)

Os preços do petróleo Brent dispararam 27% nesta semana, diante da continuidade do fechamento do Estreito de Ormuz e da escalada nas tensões entre Estados Unidos e Irã. Já os contratos futuros do West Texas Intermediate (WTI) avançaram 35% no mesmo período.

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O mercado teme que um conflito prolongado resulte em uma crise de abastecimento da commodity, encarecendo os preços de combustíveis e energia.

Apenas na sessão desta sexta-feira (6) o petróleo Brent para maio saltou 8,52%, a US$ 92,69 o barril, negociado da Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do WTI para abril dispararam 12,20%, a US$ 90,90 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA. Esse é o maior valor do barril desde abril de 2024. 



Conflito no Oriente Médio

No sétimo dia do conflito, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não haverá acordo com o Irã que não seja uma “rendição incondicional”, o que resultou na disparada do preço do petróleo e alarmou os mercados.

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Antes, Trump já havia dado a entender que os Estados Unidos deveriam participar do processo de sucessão de poder no Irã a fim de garantir um líder iraniano que evite conflitos.

O presidente dos EUA declarou ainda considerar “improvável” a ascensão política do filho do aiatolá Ali Khamenei, ex-líder supremo do Irã, morto em ataque israelense no último sábado (28).

Mais cedo, em uma expansão do conflito, Israel bombardeou Beirute após ter ordenado uma retirada sem precedentes de todos os subúrbios do sul da capital libanesa.

Israel também lançou uma nova série de ataques contra o país persa, afirmando que 50 de seus aviões de guerra atingiram um bunker sob o complexo em Teerã do falecido líder supremo Ali Khamenei, que ainda é utilizado pela liderança iraniana após sua morte no primeiro dia da guerra.

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Diante da possibilidade de ingresso de outras potências ocidentais no conflito, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Majid Takht-Ravanchi, afirmou que países europeus podem se tornar “alvos legítimos” caso participem da ofensiva militar contra o país junto dos EUA e de Israel.

*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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