Economia

PIB dos EUA cresce 2,1% no 1T26 e supera estimativas, inflação segue pressionada

25 jun 2026, 9:49 - atualizado em 25 jun 2026, 9:49
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(Imagem: Canva Pro/Bumblee-Dee)

O Bureau of Economic Analysis (BEA) divulgou nesta quinta-feira (25), a revisão final do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos. O documento indicou uma taxa anualizada de 2,1% no primeiro trimestre de 2026.

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O resultado representa uma aceleração em relação à segunda leitura, de 1,6%, e também superou a estimativa preliminar de 2,0%.

De acordo com o relatório, o avanço do PIB no período veio em decorrência, principalmente, de uma redução na estimativa das importações, parcialmente compensada por uma revisão para baixo dos gastos dos consumidores.

A revisão para cima do crescimento no primeiro trimestre foi sustentado pelos investimentos, exportações, gastos do governo e consumo das famílias.

Entre os setores da economia, os maiores impulsionadores da expansão foram os segmentos de informação, governo federal, serviços profissionais, científicos e técnicos ,e manufatura de bens duráveis. Em contrapartida, comércio varejista, comércio atacadista e os setores de finanças e seguros registraram retração.

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Entre os indicadores de demanda doméstica, as vendas finais reais para compradores privados domésticos, dados que reúnem consumo e investimento privado fixo, avançaram 1,7%, um resultado abaixo da estimativa anterior, de 2,4%.

Inflação

Os dados também mostraram que as pressões inflacionárias continuam elevadas. O índice de preços dos gastos com consumo pessoal (PCE), métrica preferida do Federal Reserve para acompanhar a inflação, subiu 4,6% no primeiro trimestre, em acima da estimativa anterior de 4,5%.

O núcleo do PCE, que exclui alimentos e energia, subiu 4,4%, o mesmo estimado anteriormente.

Já o índice de preços das compras domésticas brutas cresceu 3,6%, levemente acima dos resultados de maio, em 3,5%.

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*Com supervisão de Juliana Américo

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Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
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