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Pix bate recorde na Black Friday e movimenta R$ 166,2 bilhões em um único dia

01 dez 2025, 12:04 - atualizado em 01 dez 2025, 12:04
Botão de contestação do Pix
Botão de contestação do Pix

A Black Friday não impulsionou apenas o varejo brasileiro — ela também levou o Pix a um novo marco. Na sexta-feira (28), o sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central registrou 297,4 milhões de operações em 24 horas, superando com folga o recorde anterior, de 290 milhões, alcançado em 5 de setembro.

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Mais do que o volume de transações, chama atenção o montante financeiro movimentado naquele 28 de novembro de 2025. As operações somaram R$ 166,2 bilhões, ultrapassando o pico anterior de R$ 164,8 bilhões e reforçando o Pix como a principal engrenagem da infraestrutura financeira brasileira.

Black Friday + 13º salário

Desde a estreia do sistema, em 2020, os picos de utilização costumavam ocorrer em datas associadas a pagamentos recorrentes, como folhas salariais, boletos e contas mensais.

A Black Friday, porém, alterou essa dinâmica.

O evento virou um “super feriado do consumo digital”, no qual a agilidade do Pix se tornou peça-chave: acelera compras online, libera limites na hora e reduz a chance de perder ofertas relâmpago.

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Em 2025, o impacto foi ainda maior, já que a data coincidiu com o pagamento da primeira parcela do 13º salário para grande parte dos trabalhadores.

Resultado: novos recordes tanto em volume de operações quanto em valores movimentados.

Pix como principal meio de transferência

Cinco anos após ser lançado, o Pix se consolidou como o mecanismo de transferência dominante no país. Estimativas do Banco Central indicam que mais de 170 milhões de brasileiros já utilizaram o sistema, que soma cerca de 890 milhões de chaves cadastradas. Desde novembro de 2020, o Pix já movimentou R$ 85 trilhões.

O montante registrado na última sexta-feira representa:

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  • um novo pico histórico, superando o recorde anterior em quase R$ 1,4 bilhão;

  • a consolidação do Pix como infraestrutura pública essencial, utilizada por consumidores, empresas e pelo próprio setor financeiro;

  • a confirmação de que o sistema já ultrapassou, em maturidade, meios tradicionais como TED, DOC e até cartões no ambiente digital.

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Repórter
Jornalista com pós-graduação em Literatura, Artes e Filosofia. Atua como repórter nos portais de notícias Money Times e Seu Dinheiro, onde também já trabalhou como Analista de SEO.
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