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Plano&Plano (PLPL3) e Cury (CURY) encerram 4T25 com retração em lançamentos, mas mantêm crescimento anual

14 jan 2026, 19:28 - atualizado em 14 jan 2026, 19:49
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(Imagem: Reprodução)

Plano&Plano (PLPL3) e Cury (CURY) fecharam o quarto trimestre de 2025 com queda no volume de lançamentos na comparação anual, mas seguem apresentando crescimento no acumulado de 2025, tanto em VGV quanto em unidades, de acordo com prévias operacionais divulgadas nesta quarta-feira (14).

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A Plano&Plano encerrou o quarto trimestre de 2025 com quatro lançamentos, totalizando 2.315 unidades e um VGV 100% de R$ 617 milhões. O volume representa uma queda de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024.

O ticket médio dos lançamentos foi de R$ 266,5 mil, com alta de 5,0% frente ao terceiro trimestre e de 18,2% na comparação anual.

No período, a companhia destacou a contratação de um empreendimento com a CDHU, no âmbito do mercado público, no valor de R$ 56 milhões, reforçando sua atuação em projetos habitacionais de interesse social.

No acumulado de 2025, a Plano&Plano realizou 21 lançamentos, somando 17.801 unidades e um VGV 100% de R$ 5,3 bilhões, crescimento de 38,0% em relação a 2024.

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As vendas líquidas somaram R$ 1,5 bilhão no quarto trimestre de 2025, registrando um crescimento de 118,8% na comparação anual, segundo prévia operacional.

Cury: VGV soma R$ 1,3 bilhão

A Cury lançou cinco empreendimentos no quarto trimestre, queda de 28,6% em relação ao 4T24. O VGV lançado somou R$ 1,29 bilhão, recuo de 7,9%, com 3.833 unidades, baixa de 5,6% na mesma base.

O preço médio por unidade ficou em R$ 336,4 mil, queda de 2,4% em um ano. Já a média de unidades por lançamento avançou 32,2%, para 767 unidades.

No ano, Cury lançou 37 empreendimentos, com VGV de R$ 8,28 bilhões, alta de 25,9%, e 26.366 unidades, crescimento de 27,0% sobre 2024.

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Nas vendas, o VGV bruto no 4T25 alcançou R$ 1,71 bilhão, alta de 12,0% frente ao 4T24. O número de unidades vendidas subiu 13,0%, para 5.445, enquanto o preço médio recuou 0,9%, para R$ 314,8 mil.

Os distratos totalizaram R$ 157,7 milhões, aumento de 47,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, as vendas líquidas somaram R$ 1,56 bilhão, crescimento de 9,3% na base anual. A VSO líquida ficou em 39,3%, queda de 4,4 pontos percentuais em um ano.

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em mercado financeiro. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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