Economia

Porta da fábrica: Preços sobem no fim do ano, mas indústria fecha 2025 em baixa

11 fev 2026, 9:56 - atualizado em 11 fev 2026, 9:56
indústria COP28 industrial ibge preços ao produtor
IPP sobe 0,12% em dezembro, mas indústria de transformação e extrativa fecham 2025 com queda de até 14,39%, segundo IBGE. (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que acompanha os preços da indústria extrativa e da transformação, subiu 0,12% em dezembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo IBGE. A taxa de novembro foi revisada, passando de queda de 0,37% para 0,35%.

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O indicador mede a evolução dos preços na “porta da fábrica”, sem incluir impostos e fretes, abrangendo a indústria extrativa e 23 setores da transformação.

No acumulado de 2025, o IPP das indústrias extrativa e de transformação teve queda de 4,53%.

O desempenho dos setores mostra que a indústria extrativa avançou 3,13% em dezembro, após recuo de 3,32% em novembro, mas encerrou o ano com queda de 14,39%. Já a indústria de transformação registrou leve declínio de 0,01% em dezembro, ante 0,21% em novembro, acumulando redução de 4,03% no ano.

Inflação ao consumidor atmbém avança

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a acelerar no primeiro mês de 2026. No acumulado dos 12 meses, a inflação subiu 4,44% — permanecendo dentro do intervalo de tolerância da meta perseguida pelo Banco Central (BC).

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inflação oficial do Brasil subiu 0,33% em janeiro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na terça-feira (10). Em dezembro, o índice de preços também subiu 0,33%, enquanto em janeiro de 2025, a variação foi de 0,16%.

A expectativa do mercado era de que o índice acelerasse para 0,32%, e o acumulado dos últimos 12 meses ficasse em 4,43%, segundo a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

Esse resultado ainda fica dentro do intervalo considerado aceitável pelo Banco Central, cuja meta é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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Coordenadora de redação
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como coordenadora de redação no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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