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Prejuízo da Cosan (CSAN3) caí 40% e fecha 4T25 em R$ 5,8 bilhões

10 mar 2026, 5:59 - atualizado em 10 mar 2026, 5:59
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(Imagem: Divulgação / Canva // Montagem: Bruna Martins)

A Cosan (CSAN3) anunciou na madrugada desta terça-feira (10) que encerrou o quarto trimestre de 2025 com um prejuízo líquido de R$ 5,8 bilhões, queda de 38% na comparação com igual período de 2024 quando havia apresentado resultado negativo de R$ 9,3 bilhões.

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De acordo com o balanço divulgado pela empresa, o prejuízo foi causado por “efeitos pontuais e sem efeito caixa do ‘impairment’ de determinados ativos” da investida Raízen.

“O desempenho foi impactado, principalmente, por efeitos pontuais e sem efeito caixa do impairment (perda por redução ao valor recuperável) de determinados ativos da Raízen, reconhecidos em função da aplicação de procedimentos contábeis decorrentes da incerteza significativa quanto à sua continuidade operacional, decorrente do desequilíbrio de sua estrutura de capital”, afirmou.

A receita operacional líquida de setembro ao final de dezembro caiu 18% no período, para R$ 9,6 bilhões, segundo o balanço.

Ao final do quarto trimestre, a dívida líquida expandida do corporativo somou R$ 9,76 bilhões no período, queda de 58% na comparação anual e 46% na comparação com o 3T25.

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“A queda deveu-se, principalmente, à entrada dos recursos em novembro, resultado das ofertas públicas de ações e consequente injeção de capital, da venda de ações da Rumo com celebração de total return swap e do impacto positivo da variação cambial nos bonds”.

A Cosan encerrou o trimestre com uma alavancagem pro forma expandida de 3,3x, inferior em 0,4x em relação ao 3T25. Segundo a empresa, a redução reflete o menor saldo de dívida líquida, decorrente principalmente do maior saldo de caixa e equivalentes.

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Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.
Jornalista formado pela Universidade Municipal de São Caetano, tem MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA/USP e pós-graduação em Gestão de Marketing pela ESPM. Tem mais de 25 anos de experiência em redações e comunicação corporativa, com atuação em Economia, Finanças, Agronegócio, Infraestrutura, Política e Cidades. Vive em Madrid desde 2021 e é colaborador do Money Times.

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