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Prejuízos consecutivos e derrocada da ação após IPO levam Uber a mais demissões

11 set 2019, 7:53 - atualizado em 11 set 2019, 8:01
Mais 435 funcionários serão demitidos, conforme planejamento da empresa; segundo grande corte de empregos (Imagem: David Paul Morris/Bloomberg)

Uber Technologies (UBER)  planeja demitir 435 funcionários, o segundo grande corte de empregos neste terceiro trimestre, um reflexo do impacto das crescentes perdas e desvalorização das ações.

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Os empregos eliminados fazem parte das divisões de produtos e engenharia, e respondem por 8% do total nesses departamentos. Em julho, o Uber já havia anunciado a demissão de 400 funcionários de marketing, ou cerca de um terço desse departamento.

Quatro meses depois do IPO, as ações do Uber acumulam queda de cerca de 25% em relação ao preço inicial da oferta pública. No mês passado, a empresa de transportes divulgou prejuízo trimestral recorde, de US$ 5,24 bilhões.

Nesta semana, legisladores da Califórnia devem votar um projeto de lei trabalhista que poderia alterar drasticamente a economia informal e impor novos custos ao Uber.

O Uber havia determinado um congelamento das contratações da equipe técnica nos Estados Unidos e Canadá no mês passado. Um porta-voz da empresa disse que o congelamento terminou após os cortes anunciados na terça-feira. A notícia foi divulgada anteriormente pelo TechCrunch.

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“Não estamos fazendo isso por Wall Street“, escreveu Dara Khosrowshahi, CEO do Uber, em e-mail para a equipe na terça-feira. “Estamos fazendo isso pelo Uber. É fundamental que recuperemos nossa vantagem e nos esforcemos continuamente para fazer melhor.”

O Uber tem mais de 27 mil funcionários e planeja contratar em certas divisões. Na segunda-feira, a empresa anunciou planos para contratar 2 mil pessoas em Chicago nos próximos três anos para o Uber Freight, um serviço para conectar caminhoneiros e remessas. A empresa aposta no transporte rodoviário como uma área de crescimento potencial, diante da desaceleração da receita com passageiros.

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