Economia

Previdência: “Estão na reforma apenas os 30% que ganham mais”, diz Maia

04 dez 2017, 19:10 - atualizado em 04 dez 2017, 19:10

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse nesta segunda-feira (4) que o desafio do governo e do Congresso é retirar o Brasil da atual condição de deficit primário – de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) – e colocá-lo de volta em uma situação de superavit primário, como há uma década.

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“O que significa economizar de R$ 300 bilhões a 350 bilhões para que, no mínimo, a relação entre dívida pública e PIB não saia do controle, e os investidores continuem acreditando no País”, afirmou.

Para Rodrigo Maia, será impossível atingir esse objetivo sem a reforma da Previdência. “Se não for feito agora, vai ter de ser feito no ano que vem”, disse. “É uma questão que o Brasil precisa enfrentar.”

Ele disse que tentará fazer um esforço para votar a PEC 287/16 nesta semana, tentando convencer os líderes a fechar questão em torno de um texto com o maior consenso possível.

“Já retiramos os aposentados rurais e o benefício continuado, que são mais de 70% dos brasileiros. Estão na reforma apenas os 30% que ganham mais”, defendeu.

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Estratégia

Rodrigo Maia se reuniu no final de semana com líderes de partidos aliados ao governo para definir uma estratégia para a aprovação da proposta. Estavam representadas no encontro as maiores bancadas da Câmara, como PMDB, PP, PSD, PRB, DEM e PTB.

Uma das opções é um pacto para fechar questão entre todos os partidos aliados, que somariam 320 votos – o suficiente para a aprovar o texto. “Temos outros partidos que também estão a favor da reforma, e votos que podem divergir da orientação dos partidos”, disse.

Prêmio

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O presidente da Câmara recebeu nesta segunda-feira uma homenagem no 7º Prêmio Cebrasse, em São Paulo. A Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse) escolheu Maia como personalidade política do ano.

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