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Profarma: diferimento de Imposto de Renda garante lucro de R$ 781 mil

07 maio 2020, 9:42 - atualizado em 07 maio 2020, 9:42
Farmácia da rede Farmalife, controlada pela Profarma
Saudável: além do lucro, Profarma termina março com mais dinheiro no caixa (Imagem: Facebook/Divulgação/Farmalife)

A Profarma (PFRM3) apresentou lucro líquido de R$ 781 mil no primeiro trimestre, já com os números contabilizados pelas normas do IFRS16. Com isso, reverteu o prejuízo de R$ 8,513 milhões do mesmo período do ao passado.

Embora lucros sempre sejam comemorados pelas companhias e pelo mercado, é preciso observar que o resultado só foi garantido nas últimas linhas do balanço.

O diferimento de R$ 3,6 milhões de Imposto de Renda foi determinante para reverter o prejuízo operacional de R$ 2,8 milhões que a Profarma registrou.

A receita líquida cresceu 27,4%, para R$ 1,4 bilhão, mas os custos com mercadorias e serviços avançou em ritmo mais acelerado. Por isso, o lucro bruto, de R$ 187,3 milhões, foi 13,8% maior que o do primeiro trimestre de 2019.

A partir daí, esse saldo positivo foi consumido, principalmente, pelas despesas operacionais de R$ 167 milhões e pelas despesas financeiras de R$ 26,3 milhões. Tudo isso desembocou no prejuízo operacional já mencionado, e revertido pela provisão de Imposto de Renda.

O ebitda foi de R$ 46,3 milhões, valor recorde, segundo a Profarma, e 42% maior que o da comparação.

Outra boa notícia para o mercado é o aumento de R$ 45 milhões no caixa, entre dezembro de 2019 e março de 2020. O saldo de caixa e equivalentes passou, assim, para R$ 270,8 milhões – 91,3% superior ao de março do ano passado.

Veja o relatório de resultados da Profarma.

Diretor de Redação do Money Times
Ingressou no Money Times em 2019, tendo atuado como repórter e editor. Formado em Jornalismo pela ECA/USP em 2000, é mestre em Ciência Política pela FLCH/USP e possui MBA em Derivativos e Informações Econômicas pela FIA/BM&F Bovespa. Iniciou na grande imprensa em 2000, como repórter no InvestNews da Gazeta Mercantil. Desde então, escreveu sobre economia, política, negócios e finanças para a Agência Estado, Exame.com, IstoÉ Dinheiro e O Financista, entre outros.
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