Eleições 2026

PSD confirma pré-candidatura de Caiado a presidente da República; ‘homem aprovado como gestor’, diz Ratinho Junior

30 mar 2026, 10:45 - atualizado em 30 mar 2026, 10:45
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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pré-candidato do PSD a presidente (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)

No final da noite de domingo (29), a assessoria do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, deu a senha de que o nome do partido ao Palácio do Planalto estava definido. Enviou a jornalistas o convite para uma entrevista coletiva com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

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Recém-filiado ao PSD, oriundo do União Brasil, Caiado e Kassab confirmarão, a partir das 16h horas desta segunda-feira (30), na sede da legenda em São Paulo (PSD), a pré-candidatura do governador a presidente da República.

Caiado foi alçado naturalmente como o nome do PSD para tentar ser a terceira via à polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) após a desistência de Ratinho Junior (PSD), na semana passada. O governador do Paraná preferiu permanecer no cargo para tentar fazer seu sucessor, manter indiretamente o controle político do Estado e evitar o avanço do senador Sérgio Moro (PL-PR), favorito para o cargo nas pesquisas locais.

Duas vezes governador de Goiás, com altos índices de popularidade, Caiado, será candidato a presidente pela segunda vez. Em 1989, nas primeiras eleições diretas após a redemocratização do País, Caiado ficou em décimo lugar no primeiro turno, com 488.893 votos, ou 0,72%. À época, concorreu também pelo PSD, legenda que não existe mais e não tem ligação com a atual, em coligação com o PDN.

Com pouco tempo na televisão, Caiado ficou marcado pelas aparições em cima de um cavalo branco. Nos debates, o alvo preferido do governador era o atual presidente e seu futuro adversário também em 2026: Luiz Inácio Lula da Silva.

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O cenário das pesquisas para as eleições deste ano, até o momento, é bastante parecido com o de 1989. Caiado patina nas pesquisas eleitorais, como a BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda, com cerca de 3% das preferências.

Ele divide o posto de principal candidato de uma possível terceira via com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Nos bastidores do PSD, Zema é cobiçado como candidato a vice de Caiado, mas ele tem descartado essa possibilidade.

Homem aprovado como gestor

Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha de Caiado, em detrimento de Eduardo Leite, governador do Rio Grande do Sul. O primeiro foi o próprio Ratinho Junior.

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“O PSD deu um exemplo do seu compromisso com a democracia ao promover um debate equilibrado para escolher o candidato que disputará às eleições presidenciais deste ano. A definição do partido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reforça que a legenda apostou num homem aprovado como gestor, com trabalho reconhecido nacionalmente, sobretudo, em áreas vitais como educação e a segurança”, escreveu Ratinho Junior em publicação nas redes sociais.

“O seu entusiasmo em servir é fonte de inspiração para todos aqueles que acreditam num Brasil moderno, que ofereça oportunidade aos jovens e reconheça a força da iniciativa privada como fonte de crescimento”, completou o governador paranaense.

Sobre o governador do Rio Grande do Sul, Ratinho Junior afirmou que Eduardo Leite, “merece o meu reconhecimento da sua grandeza e do seu espírito público. Eduardo, é sempre bom lembrar, reposicionou o Rio Grande do Sul no cenário nacional depois de equilibrar as contas do Estado. Os brasileiros terão mais uma opção para virarmos a página de um país menos desigual, moderno e sem amarras burocráticas”.

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
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