Giro do Mercado

Tombo do petróleo pode desacelerar inflação e impactar combustíveis, diz especialista da Pace Capital

08 abr 2026, 14:27 - atualizado em 08 abr 2026, 14:28
Veja os destaques do Giro do Mercado hoje (8)

O pregão desta quarta-feira (8) é marcado pelo cessar-fogo duas semanas entre Estados Unidos e Irã, após o presidente Donald Trump ameaçar acabar com a civilização iraniana. O petróleo opera abaixo de US$ 100 o barril, com queda em torno de 14%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Giro do Mercado, a jornalista Giovana Leal conversa com Carlos Nobrega, sócio da Pace Capital, para analisar as principais notícias que movem o mercado.

“O avanço do conflito era uma questão que estava tensionando todos os mercados. A incerteza sobre a guerra era muito grande e o cessar-fogo era aguardado para melhorar as dinâmicas. De ontem à noite para cá, a queda no valor de petróleo foi um impacto significativo nas bolsas e pode refletir em vários indicadores econômicos”, analisou Nobrega.

O alívio das tensões teve impacto imediato nos mercados. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, chegou a bater um novo recorde, enquanto o petróleo passava a operar abaixo dos US$ 100 o barril e o dólar perto dos US$ 5.

“Devemos ver um reflexo desse preço de barril nos combustíveis e, consequentemente no IPCA. Temos dados importantes de inflação sendo divulgados em vários países amanhã. O mundo inteiro esperava a paz, ainda que momentânea, para se refletir no preço do petróleo, porque isso vai ter um grande impacto nos preços em alimentos e serviços, por exemplo”, apontou o especialista da Pace.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio às incertezas da guerra, o mercado brasileiro acompanha a divulgação de novas pesquisas eleitorais. A pesquisa Meio/Ideia apresentou um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro.

No primeiro turno, Lula apresentou 40,4% de intenção de voto, diante de 37% para Flávio Bolsonaro. Já para o segundo turno, o petista teve 45,5%, enquanto Bolsonaro apresentou 45,8% das respostas.

*Com supervisão de Juliana Américo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Repórter estagiária no Money Times e jornalista em formação pela Universidade de São Paulo, com passagem pela Sapienza Università di Roma. Antes, trabalhou no UOL, no Terra e no Laboratório Agência de Comunicação da ECA-USP.
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar