Brava Energia (BRAV3), Petrobras (PETR4), Direcional (DIRR3) e outros destaques desta sexta-feira (16)
A compra de ativos da Petronas pela Brava Energia (BRAV3), a produção da Petrobras (PETR4) em 2025 e a prévia da Direcional (DIRR3) são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (16).
Confira os destaques corporativos de hoje
Brava Energia (BRAV3) desembolsa US$ 450 milhões para compra de ativos da Petronas
A Brava Energia (BRAV3) firmou contrato com a Petronas Petróleo Brasil para a aquisição da participação de 50% da companhia no campo de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e no Módulo III do campo de Espadarte, localizados na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, por US$ 450 milhões.
De acordo com o fato relevante, divulgado nesta sexta-feira (16), o pagamento de US$ 50 milhões ocorrerá na data de assinatura do acordo, já o pagamento de US$ 350 milhões será realizado no fechamento da transação, sendo o valor sujeito a ajustes atrelados a data efetiva da transação, de 1 de julho de 2025.
Por fim, os pagamentos de duas parcelas, no valor de US$ 25 milhões cada, ocorrerão em 12 e 24 meses após o fechamento, respectivamente.
A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo as aprovações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), além da a manifestação quanto ao exercício do direito de preferência pelo atual operador.
Os ativos são atualmente operados pela Petrobras, que detém 50% de participação, por meio do FPSO Cidade de Campos dos Goytacazes, em operação desde 2018.
Petrobras (PETR4) diz que produção de óleo alcança 2,4 mi de bpd em 2025
A Petrobras (PETR4) informou que sua produção de óleo alcançou 2,4 milhões de barris de óleo por dia (bpd) em 2025, segundo comunicado divulgado na quinta-feira (15).
De acordo com a empresa, o resultado ultrapassou 0,5 ponto percentual o limite superior da meta (+4%) estabelecida em seu Plano de Negócios 2025-2029 e representa um crescimento de 11% em relação à produção de 2024.
A produção total de óleo e gás natural superou em 2,8 ponto percentual o limite superior da meta (+4%), alcançando 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), aumento de 11% em relação à produção de 2024, disse a companhia.
Direcional (DIRR3), Even (EVEN3) e Pacaembu (PCBU3) têm aumento nas vendas no 4T25
Diversas construtoras imobiliárias listadas na B3 divulgaram suas prévias de balanços referentes ao quarto trimestre de 2025, com resultados diferentes em vendas líquidas.
De acordo com comunicados divulgados na noite desta quinta-feira (15), Direcional, Even e Pacaembu fecharam o ano comemorando aumento de vendas, enquanto Cyrela e Lavvi começaram 2026 com a tarefa de se recuperarem de quedas no faturamento trimestral.
A Direcional registrou vendas brutas de R$ 1,5 bilhão no quarto trimestre de 2025, com as vendas líquidas somando R$ 1,3 bilhão, valor 5% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
O valor geral de vendas (VGV) de lançamentos somou R$1,7 bilhão no trimestre, quantia 19,5% superior na comparação anual.
A Even registrou vendas líquidas de R$ 523 milhões no 4T25, ante R$ 369 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2025, as vendas líquidas somaram R$ 2,7 bilhões, sendo R$ 2 bilhões correspondentes à Even.
Os lançamentos totalizaram R$ 881 milhões em VGV no quarto trimestre, sendo R$ 351 milhões da Even, disse a construtora. No ano, os lançamentos somaram R$2,5 bilhões.
A Pacaembu Construtora anunciou crescimento de 66% nos lançamentos de imóveis no 4T25 ante o mesmo período do ano anterior, para R$ 763 milhões, enquanto as vendas líquidas subiram cerca de 28%, para R$ 693,4 milhões.
Segundo a empresa, os números de lançamentos e vendas foram recordes. Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, porém, tanto lançamentos quanto vendas caíram 22%.
A Cyrela registrou vendas de R$ 2,37 bilhões no 4T25, o que representa uma queda de 33% na base anual. O VGV de lançamentos somou R$ 3,31 bilhões, valor 32% inferior ao registrado no quarto trimestre de 2024.
As vendas líquidas da Lavvi somaram R$719 milhões no 4T25, o que representa uma queda de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior.
O VGV de lançamentos no período foi de R$ 880 milhões, recuo de 3% na comparação sazonal. Os distratos somaram R$ 63 milhões no quarto trimestre, em linha com o trimestre anterior, mas recuando como percentual das vendas brutas, disse a companhia.
A companhia teve um consumo de caixa de cerca de R$ 40 milhões nos três últimos meses do ano passado ante uma geração de quase R$ 115 milhões um ano antes.
Banco de Brasília (BRB) elege novo presidente para o conselho de administração
O Banco de Brasília (BRB) informou ao mercado, na noite de quinta-feira (15), a eleição de Raphael Vianna de Menezes para ocupar o cargo de presidente do conselho de administração da companhia.
Menezes substitui Marcelo Talarico, que permanece como membro do colegiado.
Raphael Menezes já era parte do conselho de administração do BRB. Graduado em direito, passou pela Advocacia-Geral da União (AGU) como procurador federal e como delegado da Polícia Federal (PF).
No governo do Distrito Federal, exerceu cargos estratégicos como Chefe da Assessoria de Assuntos Estratégicos e Especiais. Foi Secretário-Executivo Adjunto e Consultor Jurídico Adjunto no Ministério da Agricultura, além de conselheiro de administração em companhias públicas, tendo presidido o Conselho de Administração da CONAB.
CVC (CVCB3) anuncia novo CEO e dá início a novo ciclo de expansão
A CVC (CVCB3) informou ao mercado que fará mudanças em sua liderança. O conselho de administração decidiu substituir o atual diretor-presidente (CEO) e destituir Fabio Martinelli Godinho da função.
Para o lugar dele, foi eleito Fabio Mader. O mandato vai até a primeira reunião do conselho realizada após a Assembleia Geral Ordinária — encontro anual em que os acionistas analisam e aprovam os resultados financeiros da empresa referentes ao ano de 2025.
Segundo o fato relevante divulgado na noite de quinta-feira (15), Mader deixa o cargo de vice-presidente de produtos e gestão de receitas, função que ocupava dentro da própria CVC, para já assumir o comando da companhia.
A CVC destacou que o executivo tem mais de 20 anos de experiência no setor de turismo, com trajetória sólida dentro da própria companhia. Nos últimos anos, Mader esteve à frente de agendas centrais da transformação da companhia, o que o colocou naturalmente no caminho para assumir a presidência.
*Com informações da Reuters