Itaú (ITUB4), Minerva (BEEF3), Camil (CAML3) e outros destaques desta sexta-feira (29)

O pagamento de juros sobre o capital próprio pelo Itaú Unibanco (ITUB4), a redução de capital da Minerva (BEEF3) e a aprovação da distribuição de proventos pela Camil (CAML3) são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (29).
Confira os destaques corporativos de hoje
Itaú (ITUB4) e Itaúsa (ITSA4) pagam JCP
O Itaú Unibanco (ITUB4) e a Itaúsa (ITSA4) pagam juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas nesta sexta-feira (29). O Itaú distribui juros adicionais nos valores de R$ 0,334 e R$ 0,363 por ação.
Os investidores com posição nos papéis do banco em 9 de junho garantiram direito ao primeiro valor, enquanto aqueles posicionados em 18 de agosto asseguraram o segundo. As ações são negociadas “ex-proventos” desde 10 de junho e 19 de agosto, respectivamente.
Já a Itaúsa entrega JCP de R$ 2 bilhões, sendo R$ 0,1859 por ação, hoje. A companhia também paga outra leva de R$ 0,0591 por papel.
As datas-base dos proventos foram em 18 de agosto e 20 de junho, respectivamente. As ações são negociadas “ex-juros” desde 19 de agosto e 23 de junho.
- LEIA TAMBÉM: O dinheiro que trabalha para você! Veja como receber uma carteira para buscar geração de renda passiva, de forma prática e gratuíta
Minerva (BEEF3) aprova redução de capital social em R$ 577,3 milhões
A Minerva (BEEF3) aprovou uma redução do seu capital social na ordem de R$ 577,3 milhões. A companhia explica que a movimentação se dá para absorver os prejuízos acumulados no exercício social findo em 31 de dezembro de 2024.
“Ressalta-se que a redução do capital é realizada sem cancelamento de ações, sem que haja restituição de qualquer valor aos acionistas, produzindo efeitos imediatos e não sendo necessário aguardar o prazo para oposição de credores previsto”, conta a companhia no documento.
Com a aprovação da redução de capital, o capital social da companhia continua dividido em 994.534.197 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal. O valor do capital social passa de R$ 3,6 bilhões para R$ 3,1 bilhões.
Camil (CAML3) anuncia pagamento de R$ 25 milhões em JCP e dividendos
A Camil Alimentos (CAML3) aprovou a distribuição de R$ 25 milhões a seus acionistas, sendo R$ 19 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) e R$ 6 milhões em dividendos.
No caso do JCP, o valor bruto equivale a R$ 0,0557 por ação ordinária (excluídas as ações em tesouraria). O pagamento será realizado em 11 de setembro de 2025, com retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte, exceto para os acionistas imunes ou isentos que comprovarem essa condição até 4 de setembro.
Já os dividendos somam R$ 0,0176 por ação ordinária e também serão pagos em 11 de setembro de 2025. Neste caso, não há incidência de Imposto de Renda, conforme legislação vigente.
Terão direito tanto ao JCP quanto aos dividendos os acionistas posicionados em 3 de setembro de 2025. A partir de 4 de setembro, os papéis da companhia passam a ser negociados na condição “ex-direitos”, disse a Camil.
Fertilizantes Heringer (FHER3) anuncia troca de presidente e diretor financeiro em meio a mudanças no alto escalão
A Fertilizantes Heringer (FHER3) anunciou a troca de seu presidente-executivo e de seu diretor financeiro, além de outras mudanças na diretoria e no conselho de administração da companhia.
Segundo fato relevante da empresa, Rodrigo Horta Dias de Oliveira foi substituído do cargo de CEO com efeitos imediatos por Sergio Longhi Castanheiro. Oliveira também deixará o posto de vice-presidente do concelho a partir de sexta-feira, sendo também substituído por Castanheiro, que permanecerá nos cargos até realização de assembleia prevista para ocorrer em 2027.
Já o diretor financeiro e diretor de relações com investidores, Fausto Pereira Goveia, será substituído por Gustavo Oubinha Barreiro, que assume as funções também até assembleia geral ordinária em 2027.
Nike anuncia demissões em cargos corporativos em meio a esforço de reestruturação para reduzir impacto de tarifas
A Nike anunciou que planeja reduzir menos de 1% de sua força de trabalho corporativa como parte dos esforços da fabricante de roupas esportivas para reestruturar seus negócios sob o comando do presidente-executivo, Elliott Hill.
Sob a gestão de Hill, a empresa tem investido em suas linhas de tênis de corrida e esportivos, buscando recuperar o terreno perdido nesses segmentos ao mesmo tempo em que fortalece suas relações com varejistas e amplia sua presença em lojas físicas para tentar enfrentar a concorrência no mercado.
Até 31 de maio, a Nike contava com cerca de 77.800 funcionários em todo o mundo, incluindo trabalhadores de varejo e de meio período. A decisão de corte de empregos ocorre após declarações de Hill em junho, quando mencionou que a empresa planejava “realinhar” equipes multifuncionais por esporte.