Radar do mercado

Santander (SANB11), Cemig (CMIG4), Lojas Renner (LREN3) e outros destaques desta sexta-feira (20)

20 mar 2026, 8:59 - atualizado em 20 mar 2026, 8:59
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(Imagem: REUTERS/Kacper Pempel)

A dança das cadeiras entre os CEOS do Santander (SANB11) e B3 (B3SA3), o balanço referente ao quarto trimestre de 2025 da Cemig (CMIG3) e os juros sobre o capital próprio da  Lojas Renner (LREN3), são alguns dos destaques corporativos desta sexta-feira (20).

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Confira os destaques corporativos de hoje

Mário Leão deixa Santander (SANB11) e CEO da B3 (B3SA3) assume

Duas gigantes da bolsas deverão contar novos CEOs em breve. Mário Leão, CEO do Santander (SANB11) que está no cargo desde 2022, deixará o posto. Em seu lugar, entrará Gilson Finkelsztain, CEO da B3 (B3SA3) desde 2017.

Em comunicado enviado ao mercado, a B3 confirmou que Finkelsztain não será mais CEO. De acordo com o comunicado, o executivo permanecerá no cargo no final do primeiro semestre de 2026.

“A decisão foi tomada de comum acordo entre o executivo e o conselho de administração, no contexto de um processo estruturado de sucessão, iniciado com a devida antecedência”, diz a nota.

Já o Santander também agradeceu Leão, que também irá ficar no cargo até junho.

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Finkelsztain chegou a ficar próximo de uma cadeira no conselho de administração do Santander, função que exerceria simultaneamente ao comando da B3.

Lucro líquido da Cemig (CMIG3) cresce 88% e fica em R$ 1,88 bilhão no 4T25

Cemig (CMIG3) teve lucro líquido de R$ 1,88 bilhão no quarto trimestre de 2025, aumento de 88% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço divulgado na noite de quinta-feira (19).

A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda consolidado de R$ 2,95 bilhões, aumento de 53,9% sobre o quarto trimestre de 2024. A companhia disse que o acordo homologado pelo TRT resultou em um efeito positivo líquido de R$ 1,19 bilhão no Ebitda do trimestre e R$ 788,1 milhões no lucro.

A receita líquida do quarto trimestre cresceu 2,9% no período, para R$ 11,50 bilhões, segundo o balanço.

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A Cemig, também na quinta-feira (19),  aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 657,957 milhões.

O valor bruto do provento corresponde a R$ 0,23000005834 por ação, contemplando os acionistas detentores de ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN).

Terão direito ao pagamento os investidores com posição acionária em 24 de março de 2026. A partir de 25 de março de 2026, os papéis da companhia passam a ser negociados na condição “ex-direitos”.

O pagamento será realizado em duas parcelas iguais: a primeira até 30 de junho de 2027 e a segunda até 30 de dezembro de 2027.

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Lojas Renner (LREN3) aprova JCP de R$ 217,4 milhões

Lojas Renner (LREN3) aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) de R$ 217,4 milhões, informou a companhia em aviso aos acionistas divulgado na noite de quinta-feira (19).

O valor bruto corresponde a R$ 0,222698 por ação, considerando a base de 976,3 milhões de ações ordinárias, já excluídas as ações em tesouraria.

Terão direito ao provento os acionistas com posição em 24 de março de 2026. A partir de 25 de março de 2026, inclusive, os papéis da varejista passam a ser negociados na condição “ex-JCP”.

O pagamento será feito a partir de 14 de abril de 2026, sem atualização monetária. Como de praxe nesse tipo de remuneração, haverá incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), conforme a legislação vigente, exceto para investidores imunes ou isentos que comprovarem essa condição dentro do prazo estabelecido pela companhia.

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Riachuelo (RIAA3) desiste de oferta de ações que poderia captar R$ 400 milhões

Riachuelo (RIAA3) informou ao mercado a suspensão dos estudos para a realização de uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações (follow-on), tendo em vista a recente instabilidade do cenário geopolítico e consequente volatilidade do mercado de capitais.

Em fevereiro deste ano, a varejista confirmou que preparava uma operação que poderia levantar o valor inicial de R$ 400 milhões.

“A suspensão da potencial oferta não acarreta qualquer modificação no direcionamento de longo prazo da companhia, que permanece integralmente focada na execução de suas prioridades estratégicas, considerando a sua sólida estrutura financeira atual”, afirma a Riachuelo.

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Os recursos da captação teriam como destino iniciativas de expansão e fortalecimento operacional, incluindo aceleração da abertura e reforma de lojas, investimentos em centros de distribuição e na indústria, expansão das operações da Midway Financeira e reforço do capital de giro.

Tupy (TUPY3) amplia prejuízo a R$ 626,5 milhões no 4T25

A Tupy (TUPY3) teve prejuízo líquido de R$ 626,5 milhões no quarto trimestre de 2025, bem acima da perda de R$ 97,7 milhões registrada um ano antes, divulgou nesta quarta-feira a multinacional brasileira do setor de metalurgia.

No material de divulgação do balanço, a companhia citou um impacto de R$ 544 milhões no resultado decorrente de iniciativas de reestruturação realizadas e provisionadas ao longo do ano baseadas na execução do projeto de desmobilização de capacidade, decorrentes de iniciativas de otimização da capacidade e de realocação da produção para linhas mais eficientes

De acordo com a Tupy, tais iniciativas contribuirão para o aumento das margens, da geração de caixa e do retorno sobre o capital investido (ROIC).

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O resultado do quarto trimestre também mostrou queda de 12,4% nas receitas, para R$2,18 bilhões, refletindo, principalmente, o menor volume de vendas nas aplicações para veículos comerciais, segundo a companhia.

Grupo Panvel (PNVL3) tem alta de 35% no lucro do 4T25

Grupo Panvel (PNVL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 45,2 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 35% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço publicado na quinta-feira (19).

A rede de varejo farmacêutico apurou resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 105 milhões no quarto trimestre, alta de 28%.

A empresa teve receita líquida de R$ 1,56 bilhão no período, um crescimento de 16,3% na comparação com o quarto trimestre de 2024.

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O grupo atribui o resultado positivo ao crescimento das vendas no trimestre, impulsionado pelo ganho de produtividade das lojas.

ISA Energia (ISAE4): Conselho de administração aprova plano de conversão de ações

O conselho de administração da ISA Energia (ISAE4) aprovou a conversão de ações ordinárias em ações preferenciais da companhia, mostra fato relevante divulgado na noite de quinta-feira (19).

De acordo com o documento, a conversão das ações tem pelos acionistas tem início nesta sexta-feira (20) e poderá ocorrer até o dia 3 de abril, observando o limite individual de até 3% do capital social.

A elétrica disse ainda que a conversão está limitada ao percentual total de 5% do capital social da companhia.

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O conselho também aprovou o pedido de conversão por parte do seu acionista Axia Energia (AXIA3) de cerca de 19,8 milhões de ações.

*Com informações da Reuters

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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