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Raízen (RAIZ4) volta a ficar abaixo de R$ 1 e o ponto fraco do etanol de milho; os destaques do Agro Times

08 fev 2026, 10:00 - atualizado em 06 fev 2026, 16:29
agronegócio mercado de capitais (1)
(iStock.com/wsfurlan)

A primeira semana de fevereiro contou com temas relevantes que abordamos aqui no Agro Times. O principal ficou para a conversa com o braço direito do ministro Carlos Fávaro, o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luis Rua.

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O secretário confirmou que espera a abertura para carne bovina ao Japão em 2026 e falou sobre as salvaguardas adotadas pela China.

Rua também brincou que abrir um novo mercado é igual um namoro e disse que a prioridade para 2026 é seguir nessa toada. 

Confira os assuntos mais lidos que você pode ter perdido.

Os temas que mais se destacaram na última semana:

5º lugar – Jalles (JALL3): Itaú BBA inicia cobertura e preferência para ação frente a Raízen (RAIZ4) e São Martinho (SMTO3)

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O Itaú BBA iniciou sua cobertura para Jalles (JALL3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 4 para o final de 2027, um potencial de 36% para ação.

Os analistas veem a Jalles como uma empresa mais protegida em relação à média do setor de açúcar e etanol neste momento, apesar de cenário desafiador no curto prazo, marcado por menor apetite de investidores e um ambiente de preços menos favorável.

4º lugar – Suzano (SUZB3), Klabin (KLBN11) ou Dexco (DXCO3)? BTG, Safra e XP apontam destaques do 4T25 — e quais ações ter na carteira

A temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 (4T25) começa a ganhar tração e, nas próximas semanas, as empresas de Papel & Celulose reportam seus números. De forma geral, os analistas de BTG PactualSafra e XP Investimentos veem um momento mais desafiador, com efeitos sazonais negativos e paradas para manutenção nas fábricas.

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O Safra manteve sua estimativas para Suzano (SUZB3) e reduziu suas projeções para Klabin (KLBN11) e Dexco (DXCO3). 

Top 3 do agro

3º lugar – O ‘calcanhar de Aquiles’ das usinas de etanol de milho, segundo o Rabobank

O avanço do etanol de milho no Brasil é uma mudança estrutural que veio para ficar, mas, na avaliação do Rabobank, o modelo carrega uma fragilidade relevante: a dependência de biomassa externa para viabilizar a geração de energia no processo industrial.

“Eu vejo a biomassa como um potencial ‘calcanhar de Aquiles’ das usinas full de etanol de milho. A grande vantagem do modelo flex é justamente contar com a biomassa da cana, além de se beneficiar de uma destilaria já instalada”, afirma Andy Duff, analista do Rabobank, ao Money Times.

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2º lugar – Raízen (RAIZ4) derrete e volta a ser negociada como penny stock; entenda a queda

As ações da Raízen (RAIZ4recuavam 8,74% por volta de 13h55 na segunda (2), aos R$ 0,94 por ação, voltando ao patamar de penny stock (abaixo de R$ 1).

Segundo informações do site InvestNews, a companhia fechou a compra da participação da japonesa Sumitomo na Raízen Biomassa e passou a deter 100% da subsidiária.

A transação decorre do exercício de uma opção de venda prevista em 2016, quando a Sumitomo investiu na subsidiária. A obrigação de compra faz a Raízen ser momentaneamente do mot vendedor para o de compradora.

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1º lugar – Raízen (RAIZ4) anuncia segunda renúncia do conselho de administração em menos de uma semana

A Raízen disse nesta quarta-feira (4) que recebeu carta com renúncia de Sonat Burman-Olsson ao cargo de conselheira.

Em comunicado, a empresa acrescentou que ainda informará ao mercado sobre a nomeação do novo membro independente do colegiado.

Essa é a segunda mudança em menos de uma semana no conselho da produtora brasileira de açúcar e etanol.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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