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Real será uma das moedas mais afetadas caso Trump vença as eleições, diz JP Morgan

30 out 2024, 17:24 - atualizado em 30 out 2024, 17:24
dolar - real morning times wall street ibovespa
(Imagem: Getty Images/ Canva Pro)

A eleição norte-americana acontece na próxima semana com Donald Trump e Kamala Harris disputando a considerada cadeira mais importante do mundo, a de presidente dos Estados Unidos. A influência de quem ocupar esta posição é tão grande, que pode fazer com que as moedas da América Latina enfraqueçam.

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De acordo com um relatório recentemente divulgado pelo JP Morgan aos seus clientes, caso a vitória seja dos republicanos, isso representaria um risco para as moedas latinas.

Na avaliação do banco, essa fraqueza viria justamente impactada pelas promessas feitas por Trump. Em sua campanha, o candidato à presidência reforça constantemente a sua intenção em aumentara s tarifas comerciais. Com isso, a moeda mexicana seria a mais afetada, já que possui uma relação mais próxima com o país.

Em recentes pesquisas divulgadas, ainda não é possível cravar a vitória de nenhum candidato. O último levantamento realizado pela CNN, por exemplo, mostra a democrata Kamala à frente de Trump por 48% a 43% entre os prováveis eleitores em Michigan e por 51% a 45% em Wisconsin, dois dos três Estados decisivos apelidados de “muro azul” depois de ajudar o presidente norte-americano, Joe Biden, a derrotar Trump em 2020.

Já no terceiro Estado do “muro azul”, a Pensilvânia, a pesquisa da CNN mostrou Kamala e Trump empatados em 48%. Os 19 votos eleitorais da Pensilvânia a colocam entre os maiores prêmios na batalha pela Casa Branca.

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No entanto, o banco aponta que os mercados precificam maiores chances de vitória ao republicano.

Com isso, o relatório mostra que as moedas do Brasil, do Chile e do Peru podem sofrer um impacto indireto quanto às políticas mais radicais de Trump em relação ao comércio e migração.

Apesar disso, o JP Morgan mostra que esse impacto negativo pode ser temporário, assim como aconteceu nas eleições de 2016. Após três meses, as moedas que mostraram uma certa fraqueza às eleições se recuperaram.

O banco ainda avalia que, caso os democratas ganhem, o resultado seria oposto.

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Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atua há 3 anos na redação e produção de conteúdos digitais no mercado financeiro. Anteriormente, trabalhou com produção audiovisual, o que a faz querer juntar suas experiências por onde for.
juliana.caveiro@moneytimes.com.br
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