Banco Central

Regras para o BC fechar acordos de leniência ganham prioridade no Senado

24 out 2017, 15:17 - atualizado em 05 nov 2017, 13:53

Karine Melo – Repórter da Agência Brasil

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse nesta terça-feira (24) que pretende acelerar no plenário da Casa o projeto que estabelece as regras para o Banco Central (BC) fechar acordos de leniência com instituições financeiras. A decisão foi tomada depois de Eunício ter recebido presidente do BC, Ilan Goldfajn em um café da manhã.

Segundo Eunício Oliveira, para dar agilidade à tramitação, a proposta foi distribuída apenas para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), responsável pelo assunto do ponto de vista técnico. “Pedi ao senador Tasso Jereissati, que é o presidente da comissão, para dar o máximo de agilidade para que esse projeto seja votado na CAE e de lá venha para o plenário com pedido de urgência. Eles pediram no máximo 15 dias de prazo e eu quero ver se a gente consegue antecipar para dar ao Banco Central, que é o órgão fiscalizador, que centraliza todas as decisões em relação aos bancos públicos e privados brasileiros, a oportunidade de fiscalização”, disse o presidente do Senado.

Texto

Aprovado pelo plenário da Câmara na semana passada, o texto estabelece as regras para o Banco Central fechar acordos de leniência com instituições financeiras. Além das normas para os acordos, o texto prevê a assinatura de termos de compromisso, para delitos administrativos menos graves.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda segundo a proposta, a multa a ser aplicada não poderá exceder 0,5% da receita de serviços e de produtos financeiros apurada no ano anterior ao da infração ou superar R$ 2 bilhões.

Outro ponto do projeto amplia a capacidade da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) punir empresa que atue no mercado de capitais, além de estabelecer critérios para a aplicação de multas. Nesses casos, o limite da multa será de R$ 50 milhões. Nos casos em que uma instituição for condenada pelo Banco Central por infração grave, o texto prevê que a penalidade será imediatamente aplicada, antes do julgamento do recurso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Por dentro dos mercados

Receba gratuitamente as newsletters do Money Times

OBS: Ao clicar no botão você autoriza o Money Times a utilizar os dados fornecidos para encaminhar conteúdos informativos e publicitários.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar