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Riachuelo (RIAA3) desiste de oferta de ações que poderia captar R$ 400 milhões; entenda o porquê

20 mar 2026, 8:00 - atualizado em 20 mar 2026, 8:00
Riachuelo
(Imagem: Divulgação)

A Riachuelo (RIAA3) informou ao mercado a suspensão dos estudos para a realização de uma oferta pública subsequente de distribuição primária de ações (follow-on), tendo em vista a recente instabilidade do cenário geopolítico e consequente volatilidade do mercado de capitais.

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Em fevereiro deste ano, a varejista confirmou que preparava uma operação que poderia levantar o valor inicial de R$ 400 milhões.

“A suspensão da potencial oferta não acarreta qualquer modificação no direcionamento de longo prazo da companhia, que permanece integralmente focada na execução de suas prioridades estratégicas, considerando a sua sólida estrutura financeira atual”, afirma a Riachuelo.

Os recursos da captação teriam como destino iniciativas de expansão e fortalecimento operacional, incluindo aceleração da abertura e reforma de lojas, investimentos em centros de distribuição e na indústria, expansão das operações da Midway Financeira e reforço do capital de giro.

O 2026 da Riachuelo

Para 2026, a Riachuelo está com a expansão de lojas no radar. Em um ano voltado para expansão, a expectativa é de abrir entre 15 e 20 lojas.

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O CFO da companhia, Miguel Cafruni, recorda que, em 2024, houve a abertura de apenas uma Riachuelo, localizada em Cascavel, no Paraná. Já em 2025, oito novas lojas foram abertas.

“Fizemos um estudo profundo, a nível Brasil, para identificar onde cabe uma Riachuelo […] Vimos um potencial de 150 a 200 lojas. Isso numa ambição, não é para amanhã e não é para o próximo ano, mas é ao longo dessa transformação e dessa trajetória”, disse em entrevista ao Money Times.

Segundo o executivo, ainda há muito o que capturar e foco em aperfeiçoar o modelo operacional na fábrica, localizada no Rio Grande do Norte.

Do lado da financeira, o foco está em expandi-la cada vez mais para além do apoio ao consumo no varejo, buscando consolidá-la com outros produtos que eventualmente gerem até mais retorno do que o próprio consumer finance.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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