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São Martinho (SMTO3) avalia que preço do açúcar deve reagir com maior ‘mix’ de cana para etanol

10 fev 2026, 16:15 - atualizado em 10 fev 2026, 16:15
são martinho moagem
(Imagem: Reuters/Paulo Whitaker)

A São Martinho (SMTO3) considera que os preços do açúcar, atualmente em patamares historicamente baixos, deverão reagir ao longo da safra 2026/27 do centro-sul do Brasil, à medida que a oferta do adoçante será menor com uma maior destinação de cana-de-açúcar para a produção de etanol.

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Segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da São Martinho, Felipe Vicchiato, é mais vantajoso produzir etanol do que açúcar neste momento, o que levará a uma safra mais “alcooleira” na região centro-sul.

Mas, à medida que a oferta de açúcar caia, os preços do adoçante devem reagir, permitindo que a São Martinho volte a fixar preços.

“A gente entende que os preços devem reagir, e eles reagindo, a gente acelera (as vendas). Fazer o hedge agora com 14 (centavos de dólar por libra-peso) não tem muito sentido”, disse o executivo, citando o patamar de preços na bolsa de Nova York.

Ele também comentou que seria preciso acompanhar a safra da Índia e o seu impacto para o mercado global do açúcar.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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