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Segundo boi mais caro do Brasil, no Pará, está com cara de animal paulista

02/10/2020 - 16:16

 

 

Baixa capacidade de capim não viabiliza volumes de bois, cuja quantidade de cabeças também está mais curta

Do boi paulista encontrando suporte nos R$ 255/256 a @, o segundo boi mais caro brasileiro está no Pará, desconsiderando regiões pecuárias mais pobres.

Estado 100% de boi a pasto, sofre com a ausência de pastos neste rigoroso inverno amazônico e um rebanho encurtado.

Animal acabado no Sul do Estado chegou a ser ofertado a R$ 250 nesta sexta (2), segundo agente de importante frigorífico. Preço com cara de animal paulista.

Pela Scot Consultoria, R$ 1 a menos, em Marabá, a principal praça da região.

Outras praças do Pará também batem o resto do País pecuarista peso-pesado, como Goiás, Mato Grosso, parte de Minas e Mato Grosso do Sul, que costumam sofrer a influência de preços de São Paulo.

Em Redenção e Paragominas, ofertas livres de Funrural a R$ 246,50. Aqui, tem alguma rivalidade com alguns negócios com o boi gordo no Triângulo Mineiro neste último dia da semana.

Os frigoríficos compradores estão disputando bastante a matéria-prima, com o clima agravado pelo custo da reposição e retenção de matrizes já observadas nos últimos dois anos, e seu efeito sendo mais sentido agora pelo ciclo do negócio. A disponibilidade é mais baixa.

E este ano não está havendo disputa pelas exportações de bois vivos, que é um dos fortes da pecuária paraense.

Última atualização por Giovanni Lorenzon - 02/10/2020 - 16:24

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