Juros

Selic mais baixa à vista? BTG avalia quem ganha com a queda dos juros

13 out 2026, 16:24 - atualizado em 13 out 2026, 16:25
BDRs mini índice, mini dólar ações-vamos-vamo3-safra bdr bdrs imposto de renda
(iStock.com/da-kuk)

O mercado mudou sua projeção para a taxa Selic em 2026 de 13,50% para 13,25%, segundo as informações divulgadas no Relatório Focus do Banco Central, nesta terça-feira (13). Ou seja, os economistas consultados enxergam possíveis cortes nas últimas reuniões do comitê este ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com um cenário mais benigno para a política monetária, o BTG Pactual enxerga uma melhora marginal para empresas de setores caraterizados pela alta alavancagem, margens líquidas baixas e exposição relevante a dívida indexada à Selic.

Na avaliação do banco, varejistas, incorporadoras de média e alta renda, ações de infraestrutura e de serviços básicos, nomes de mercado de capitais e empresas alavancadas em geral devem se destacar e ganhar um relevante ajuste em um cenário de reduções mais intensas da taxa de juros.

“Juros de curto prazo menores e atividade econômica mais forte podem impulsionar a expansão dos lucros rumo ao fim de 2027 e a 2028, o que poderia estender ainda mais o rali”, avalia a equipe do banco.

De acordo com estudo realizado, a cada redução de 100 pontos-base nos juros locais poderia gerar um impacto relevante na projeção de lucro para 2027 com destaque para Viveo (VVEO3), Ecorodovias (ECOR3), Auren (AURE3), Minerva (BEEF3), Hapvida (HAPV3), Magazine Luiza (MGLU3), Cosan (CSAN3), Energisa (ENGI11), Equatorial (EQTL3), PagSeguro (PAGS34), Randon (RAPT4), Simpar (SIMH3), Movida (MOVI3), Vamos (VAMO3) e Assaí (ASAI3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda nesta avalição, o BTG destaca que o varejo é o grande destaque entre os que se beneficiam desse movimento, já que uma taxa de juros mais baixa impulsiona a atividade econômica e melhora as condições de crédito. No setor imobiliário, as incorporadoras de média e alta renda também tendem a ser as mais sensíveis aos ciclos de afrouxamento monetário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.
Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Economia, Finanças e Banking pela USP Esalq. Atua desde 2023 na redação do Money Times e, atualmente, cobre Macroeconomia.

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar