Setor Aéreo

Setor aéreo deve ter prejuízo de US$ 84 bilhões em 2020, provocado pelo coronavírus

09 jun 2020, 12:31 - atualizado em 09 jun 2020, 12:31

 

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Setor Aéreo Coronavírus Avião
Mesmo em mercados onde as taxas de infecção por Covid-19 caíram acentuadamente, as companhias aéreas ainda enfrentam uma série de restrições (Imagem: Reuters/Kham)

A crise do coronavírus levará o setor aéreo ao prejuízo anual recorde de 84 bilhões de dólares, marcando 2020 como o “pior ano da história da aviação“, afirmou o principal órgão global do setor aéreo nesta terça-feira.

O tráfego aéreo de passageiros deve aumentar 55% em 2021 em relação ao nível deste ano, enquanto ainda permanece 29% abaixo do nível de 2019, informou a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) em uma previsão atualizada.

À medida que a recuperação das viagens aéreas ganha ritmo na Ásia e começa a acontecer na Europa e na América do Norte, as companhias aéreas estão contando o custo de muitas semanas sem operar, com um aumento de dívidas e uma perspectiva reduzida da demanda futura.

“Financeiramente, 2020 será o pior ano da história da aviação”, disse o diretor geral da Iata, Alexandre de Juniac.

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A Iata previu um impacto de mais 15,8 bilhões de dólares nos resultados do setor em 2021 – totalizando cerca de 100 bilhões de dólares em perdas atribuíveis em grande parte à pandemia – já que a recuperação do tráfego permanece muito aquém dos níveis pré-crise e as companhias aéreas cortam os preços para captar clientes.

Mesmo em mercados onde as taxas de infecção por Covid-19 caíram acentuadamente, as companhias aéreas ainda enfrentam uma série de restrições de viagens e a cautela do consumidor.

A Iata está pedindo aos governos que se abstenham de medidas de quarentena que impedem a maioria das viagens, argumentando que as medidas de segurança a bordo, incluindo máscaras faciais obrigatórias, são adequadas.

“Essas medidas devem dar aos governos a confiança para abrir fronteiras sem medidas de quarentena”, disse De Juniac.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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