Agronegócio

Sexta lenta de negócios não tira tendência de alta e boi avança mais um pouco

30 ago 2019, 16:32 - atualizado em 30 ago 2019, 16:32
Boi Boiada Nelore
Restrição de animais acabados e em volume tiram folga dos frigoríficos e @ segue mais firme (Imagem: Pixabay)

As altas do boi na semana alcançaram também a sexta (30), apesar do volume de negócios normalmente menor para o dia da semana. Porém, não tão pequeno a ponto de não ser notada uma média mais alta.

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Pelo menos a Agrifatto registrou negócios nas indicações mínimas de balcão com ganhos de 0,16%, para o boi comercial, sem bonificação, e livre de Funrural, em R$ 158,58.

Como já há negócios de R$ 159,00 a R$ 160,00 também sem premiação de boi China (pelo menos), a tendência do animal entrar na média mais consolidada nesses valores para a próxima semana.

Alta mais significativa a consultoria viu ainda em Goiás, de 0,35%, levando o boi gordo para a abertura dos negócios na segunda a R$ 142,25.

No Mato Grosso Sul, a @ mostrou-se estacionada hoje, porém desde a quinta o valor médio já quase chega aos R$ 146,90.

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A força que o produtor tira para suas vendas vêm da pouca disponibilidade de animais acabados, quando salvo em poucas regiões restam alguma coisa de pasto, como no Mato Grosso. O grosso dos bois estão confinados, portanto entre aqueles que estão ainda por completar a engorda e a capacidade de os pecuaristas em manobrar a desova se garantem a pressão que os frigoríficos estão tendo.

Ao mesmo tempo, a virada do mês ocasiona um certo ganho na originação necessária das indústrias, que precisam enfrentar um aquecimento das vendas com o pagamento. Mesmo com as vendas ainda fracas, as escalas de abate muito estreitas forçam as compras.

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Repórter no Agro Times
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.

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