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Só o açúcar cai com o efeito manada do petróleo. Temor da covid é limitado nos demais derivativos agro

26 nov 2021, 11:45 - atualizado em 26 nov 2021, 12:08
Mercados de Ações
Derivativos agro não reagem negativamente aos temores de nova onda e cepa da covid (Imagem: REUTERS/Regis Duvignau/File Photo)

As principais commodities agrícolas não estão reagindo, nesta sexta (26), às 11h35 (Brasília), diretamente aos temores globais com a nova variante da covid detectada na África do Sul, como também já não estavam coladas aos temores de possível 4ª onda que a Europa e Ásia monitoram há alguns dias.

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A exceção é o algodão (-2,65%/112,49 c/lp), que acusa mais diretamente, há várias sessões, a possibilidade de um novo golpe no consumo com restrições de vida social podendo contaminar mais países, seguindo o exemplo da Áustria e Alemanha.

O açúcar cai bastante nesta sexta (26), 2,56%/1943 c/lp, mas segue o efeito manada do recuo expressivo do petróleo (mais de 6,5%/US$ 76,74). Do ponto de vista de fundamento, não há nenhum.

O contrato de Nova York é de liquidação em março e o petróleo em liquidação em Londres é o de janeiro, portanto as reações dos agentes sempre são mais pontuais.

Além do que o grau de avanço da pandemia ainda é incerto para os próximos meses.

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Soja e milho aumentaram as perdas, mas dentro dos padrões de pressão dos últimos dias, com perda de força dos derivados e mantendo-se sob pressões da oferta e demanda lenta.

O café arábica sofre recuo por realização de lucros, após patamares superiores a 10 anos.

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Repórter no Agro Times
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
giovanni.lorenzon@moneytimes.com.br
Jornalista de muitas redações nacionais e internacionais, sempre em economia, após um improvável debut em ‘cultura e variedades’, no final dos anos de 1970, está estacionado no agronegócio há certo tempo e, no Money Times, desde 2019.
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