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Soja atinge máxima contratual na esteira da alta do petróleo em meio a preocupações com guerra

06 mar 2026, 18:00 - atualizado em 06 mar 2026, 18:00
china soja
(Foto: Reuters/Dan Koeck/Archivo)

A soja negociada na bolsa de Chicago fechou em alta nesta sexta-feira, atingindo o valor mais alto desde junho de 2024, acompanhando novos ganhos nos preços do petróleo, já que os investidores continuaram a reagir às possíveis perturbações causadas pela guerra envolvendo os EUA, Israel e o Irã.

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O trigo subiu acentuadamente, aproximando-se da máxima de um ano, com o temor de uma escalada do conflito no Oriente Médio alimentando a cobertura de posições vendidas antes do fim de semana. O milho também subiu, com os contratos da safra nova atingindo máximas.

O contrato de soja mais ativo subiu 21,50 centavos, fechando a US$12,0075 por bushel, depois de ter atingido anteriormente a máxima de US$12,0275 por bushel, a maior desde 6 de junho de 2024. Todos os contratos de óleo de soja atingiram máximas, com a disparada do petróleo.

“Na soja, é a recuperação do petróleo que está apoiando o óleo de soja, e esse é o mercado líder para o complexo de soja no momento”, disse Randy Place, analista do Hightower Report.

Os comentários do ministro de energia do Catar, que disse que, se a guerra continuar, ele espera que todos os produtores de energia do Golfo Pérsico fechem as exportações dentro de semanas, elevando os preços do petróleo para US$150 o barril, perturbaram ainda mais os investidores.

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Os mercados de grãos podem acompanhar os movimentos do petróleo, em parte devido aos fluxos de investimento dos fundos de commodities e também porque culturas como a soja e o milho são amplamente utilizadas para a fabricação de biocombustíveis.

Os agricultores brasileiros estão no meio da colheita do que é amplamente previsto como uma safra recorde, o que poderia diminuir a demanda chinesa por soja dos EUA.

O trigo avançou 33 centavos, fechando a US$6,1675 por bushel. O milho subiu 7 centavos, a US$4,605 por bushel.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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