Informação desproporcional gera instabilidade

Spinelli divulga carteira com ações preferidas para 2017

A retomada tímida da economia brasileira aliada à forte queda na taxa de juros devem abrir espaço para um ambiente positivo para alguns setores na Bolsa, avalia a corretora Spinelli em um relatório em que sugere as melhores ações para ter durante 2017. Essa recuperação, contudo, deve se refletir lentamente nos resultados das empresas, aponta a análise assinada por Samuel Torres, Vitor Mizumoto e Túlio Galvão Villalta.

“Recuperação ou estabilização da atividade econômica interna e do mercado de trabalho, aliada a queda das taxas de juros, deve beneficiar, preponderantemente, os setores financeiro, de utilidades públicas e de concessões; setores de consumo e de construção também devem se beneficiar, porém reflexo positivo nos resultados pode ser mais lento”, explicam.

Commodities

Para eles, o possível foco em investimento em infraestrutura pelo novo governo americano, aliado a melhores perspectivas na China, pode ser benéfico para empresas de siderurgia com exposição ao país. Ainda assim, a Spinelli não recomenda mineradoras devido ao risco de queda do preço de minério de ferro.

Já para o petróleo, os analistas esperam uma tendência de estabilização nos preços após o acordo de corte de produção na Opep, o que deve favorecer as ações do setor.

Por fim, como riscos, a Spinelli cita a “execução insatisfatória das reformas no ambiente doméstico, e eventuais medidas políticas e econômicas desestabilizadoras do governo Trump”.

Spinelli


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