BusinessTimes

Tecnologia: Você conhece o TI in-house? Oferta por esse tipo de emprego cresce quase 40%

28 mar 2023, 10:21 - atualizado em 28 mar 2023, 10:21
Tecnologia
No formato in-house, os profissionais de tecnologia internalizam seus serviços em torno dos sistemas que a companhia usa. (Imagem: Unsplash/Andras Vas)

Normalmente, quando uma empresa precisa de um solução de tecnologia, ela compra o software de outra companhia. Mas um novo modelo de negócio está mudando isso e ainda garantindo empregos.

O TI in-house funciona de uma forma um pouco diferente das áreas de Tecnologia da Informação (TI). Algumas empresas, que não são especializadas em TI, têm em suas estruturas apenas posições de emprego para os profissionais de tecnologia.

No formato in-house, esses trabalhadores internalizam seus serviços em torno dos sistemas que a companhia usa. Entre eles: ERP, automação, funcionamento de máquinas e servidores e controle de acesso.

A oferta por esse tipo de emprego cresceu cerca de 39% na última década no Brasil, entre os anos de 2011 e 2021, chegando a 404 mil postos de trabalho.

As informações são do Insight Report da Assespro-PR (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação) do mês de janeiro de 2023.

Segundo a pesquisa, a análise é fundamental para entender como o mercado tem se comportado, e quais ramos não ligados diretamente à produção de serviços e produtos em TI as empresas têm buscado.

Tecnologia: Quais setores oferecem mais vagas?

No Brasil, dentre os setores que mais empregaram os profissionais em TI in-house, destacam-se:

  1. Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (16%);
  2. Atividades administrativas e complementares (12%);
  3. Indústrias de transformação (10%);
  4. Atividades financeiras, seguros e relacionados (14%).

Se for considerado os segmentos de atividades, desmembrando as seções, os setores que mais contrataram os profissionais foram: administração pública, com mais de 25 mil empregados; bancos múltiplos, com carteira comercial (24 mil); e comércio varejista, especializado em equipamentos e suprimentos de informática (19 mil).

Repórter
Graduanda em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência cobrindo mercados, ações, investimentos, finanças, negócios, empreendedorismo, franquias, cultura e entretenimento. Ingressou no Money Times em 2021.
Linkedin
Graduanda em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tem experiência cobrindo mercados, ações, investimentos, finanças, negócios, empreendedorismo, franquias, cultura e entretenimento. Ingressou no Money Times em 2021.
Linkedin