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Tempo real: Ibovespa recua com Petrobras (PETR4) e perde os 140 mil pontos; dólar cai a R$ 5,45com dados de emprego nos EUA

03 set 2025, 6:30 - atualizado em 05 nov 2025, 10:48
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) engatou a terceira sessão consecutiva de perdas e afastando-se no níveis recorde em dia de desvalorização do petróleo e tom misto em Wall Street. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF ficaram no radar.

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Nesta quarta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,34%, aos 139.683,63 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4529, com queda de 0,40%. 

Por aqui, a produção industrial caiu 0,2% em julho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nos Estados Unidos (EUA), a atenção se voltou para os dados de ofertas de empregos Jolts. Segundo o Departamento do Trabalho, as vagas de emprego em aberto nos EUA caíram para 7,181 milhões em julho, em comparação com 7,37 milhões estimados pelos economistas consultados pela Reuters.

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O Livro Bege, relatório do Federal Reserve (Fed) que mostra as condições econômicas do país, teve uma reação tímida no mercado.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (3) em tempo real:

Ao vivo
Petrobras (PETR4) anuncia que emissão de títulos globais terá duas séries com volume total de US$ 2 bilhões

A Petrobras (PETR4) anunciou na noite desta quarta-feira (3) a precificação de duas novas séries de títulos que vai emitir no mercado internacional, confirmando um volume total de US$ 2 bilhões, conforme comunicado ao mercado.

Na primeira série, as global notes serão emitidas a 5,125%, com vencimento em 2030 e valor emitido de US$ 1 bilhão. Na segunda série, as notas serão emitidas a 6,250%, com vencimento em 2036 e valor emitido de US$ 1 bilhão.

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Mini-índice recua pela terceira sessão seguida; dólar futuro também cai

O mini-índice (WINV25), ou Ibovespa futuro, estendeu a sequência negativa nesta quarta-feira (3), marcando a terceira sessão consecutiva de perdas. O movimento refletiu a queda do petróleo no exterior, o desempenho misto de Wall Street e a atenção ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF).

O mini-índice para outubro caiu 0,49%, aos 141.800 pontos. Já o dólar futuro para o mesmo mês caiu 0,36%, a R$ 5,4855.

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Yduqs (YDUQ3): Para vice-presidente, “ganhar escala em medicina é fundamental para aumentar margens”

Em meio a uma maior competição pelas cadeiras de medicina no Brasil, Dr. Silvio Pessanha Neto, vice-presidente da Yduqs (YDUQ3) e responsável pelo braço de medicina do grupo (IDOMED), afirma que o ganho de escala em medicina é algo “essencial” para as companhias do setor. No entanto, há mais fatores em jogo ao se falar em expansão. 

“Isso se dá por ser um curso com alto custo de operação, que exige investimentos contínuos em infraestrutura de ponta, laboratórios, e na fase de internato, que é a mais custosa”, explica o diretor da companhia, que é dona da Estácio.

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Azzas 2154 (AZZA3) anuncia saída de Thiago Hering

A Azzas 2154 (AZZA3) anunciou nesta quarta-feira (3) que iniciou o processo de transição na liderança da marca Hering. A partir de 1º de outubro de 2025, Thiago Hering — membro da família fundadora e atual CEO da unidade de negócios Basic — deixará os cargos de diretor estatutário da companhia e de executivo responsável pela marca.

Para conduzir a mudança, a empresa formou um Comitê de Transição liderado por Gustavo Rudge Fonseca, profissional que está há mais de 11 anos no grupo e que atualmente ocupa a posição de diretor não estatutário de operações da unidade Fashion & Lifestyle. Ele assumirá função equivalente também na unidade Basic.

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Tribunal do Cade diz que codeshare entre Gol (GOLL54) e Azul (AZUL4) tem que ser notificado em até 30 dias

O acordo de codeshare entre as companhias aéreas Gol (GOLL54) e Azul (AZUL4), anunciado no ano passado, precisa ser notificado em até 30 dias corridos para ser analisado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), sob risco de ser considerado como prática de “gun jumping” em maio de 2026, decidiu a autarquia por unanimidade nesta quarta-feira.

Tradicionalmente, acordos de prazo definido de codeshare não precisam ser notificados ao Cade por envolverem companhias locais e internacionais, mas o acerto entre Gol e Azul anunciado em maio de 2024, além de envolver duas grandes empresas nacionais, foi definido por prazo indeterminado, ponderou o relator, Carlos Jacques Vieira Gomes, ao comentar seu voto que foi acompanhado pelos outros conselheiros do tribunal.

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Expansão de área plantada de soja com Brasil deve ser ‘limitada’ em 25/26, diz Rabobank

A expansão da área plantada de soja no Brasil na safra 2025/26 deve ser “limitada”, com crescimento estimado em “apenas” 1,5% em relação à temporada anterior, em meio a custos de produção mais altos, apontou nesta quarta-feira (3) o Rabobank em relatório.

“O estreitamento das margens, as elevadas taxas de juros e as incertezas geopolíticas têm reduzido o apetite por novos investimentos e limitado o potencial de expansão da cultura no país”, explicou o Rabobank.

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Dividendos: 12 ações com rendimentos de até 13,9% para ter em setembro, segundo a XP

A XP Investimentos realizou apenas uma alteração na sua carteira de “Top dividendos” com 12 ações para buscar rendimentos em setembro. Em relação a agosto, a casa adicionou Copasa (CSMG3) e reduziu sua exposição em Cemig (CMIG4).

A XP incluiu uma posição de 2,5% em Copasa, refletindo uma visão construtiva em relação ao processo de privatização da companhia.

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Brava Energia (BRAV3) cai quase 3% com petróleo; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (3)

A ponta negativa foi liderada por Brava Energia (BRAV3). A petroleira júnior foi pressionada pelo desempenho do petróleo. Os contratos futuros do Brent, com vencimento em novembro, encerraram com queda de 2,23%, a US$ 67,60 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (3):

> Brava Energia (BRAV3): -2,97%, a R$ 19,30

> IRB (Re) (IRBR3): -2,24%, a R$ 45,85

> Ambev (ABEV3): -2,14%, a R$ 11,90

> Hypera (HYPE3): -2,11%, a R$ 23,15

> RD Saúde (RADL3): -1,90%, a R$ 17,06

Cosan (CSAN3) salta 8% com expectativa de desalavancagem; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (3)

A ponta positiva do Ibovespa (IBOV) foi liderada por Cosan (CSAN3). O mercado segue precificando um movimento de desinvestimento da Raízen (RAIZ4), que é uma joint venture da companhia com a Shell.

Segundo o Valor, o Grupo Cosan espera propostas vinculantes para vender uma participação na distribuidora até o início de outubro.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (3):

> Cosan (CSAN3): +8,00%, a R$ 6,75

> Raízen (RAIZ4): +4,96%, a R$ 1,27

> GPA (PCAR3): +2,93%, a R$ 3,86

> C&A (CEAB3): +2,04%, a R$ 17,00

> Motiva (MOTV3): +2,03%, a R$ 14,60

Ibovespa cai aos 139 mil pontos pressionado por Petrobras (PETR4); dólar recua a R$ 5,45

O Ibovespa (IBOV) engatou a terceira sessão consecutiva de perdas e afastando-se dos níveis recordes em dia de desvalorização do petróleo e tom misto em Wall Street. O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF ficou no radar.

Nesta quarta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,34%, aos 139.683,63 pontos.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (03) em baixa de -0,39%, aos 139.781,98 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar recua a R$ 5,45 com expectativa de corte nos juros dos EUA

O dólar interrompeu a sequência de três ganhos consecutivos com a retomada da expectativa de corte nos juros dos Estados Unidos neste mês. Dados da indústria e o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF ficaram no radar.

Nesta quarta-feira (3), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4529, com queda de 0,40%. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4529, com queda de 0,40%
Petrobras (PETR4) em queda e Vale (VALE3) de lado em 2025: gigantes da bolsa perderam o brilho?

As gigantes Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) seguem em 2025 pressionadas pelo cenário de commodities e pelo ambiente global, com impacto direto sobre as ações, que caem 15% e sobem apenas 2%, respectivamente, no acumulado do ano.

Analistas avaliam, porém, que mesmo em meio às incertezas, as companhias ainda cumprem um papel relevante nos portfólios e podem entregar dividendos atrativos.

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Ouro renova recorde pela 2ª sessão consecutiva e ultrapassa US$ 3,6 mil por onça-troy com expectativa de corte nos juros pelo Fed

O ouro, considerado um dos ativos mais seguros do mundo, manteve o nível histórico da véspera (2) e fechou em novo recorde nesta quarta-feira (3), em meio ao aumento da expectativa de corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

Pela manhã, o metal precioso atingiu a máxima intradia histórica de US$ 3.635,80 por onça-troy.

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>> Ibovespa bate mínima com queda de 0,52%, aos 139.606,90 pontos
Petróleo cai mais de 2% com sinais de novo aumento de oferta pela Opep+

Os preços do petróleo caíram mais de 2% pressionados por sinais de aumento de oferta do óleo pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (Opep+).

Segundo a Reuters, a Opep+ considerará aumentar ainda mais a produção de petróleo em uma reunião no domingo, disseram duas fontes familiarizadas com as discussões, conforme o grupo de produtores busca recuperar sua participação de mercado.

A Opep+ reverteu sua estratégia de cortes na produção a partir de abril e já aumentou as cotas em cerca de 2,5 milhões de barris por dia, aproximadamente 2,4% da demanda mundial, para elevar a participação de mercado e sob pressão do presidente dos EUA, Donald Trump, para reduzir os preços do petróleo.

Os contratos futuros do petróleo Brent, com vencimento em novembro, encerraram com queda de 2,23%, a US$ 67,60 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. 

O petróleo West Texas Intermediate (WTI) para outubro teve recuo de 2,47%, a US$ 63,97 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Atividade econômica e emprego nos EUA sofreram pouca alteração nas últimas semanas, diz Fed

A atividade econômica e o emprego nos EUA se alteraram pouco ou nada nas últimas semanas, enquanto os preços subiram de forma moderada ou modesta, disse o Federal Reserve nesta quarta-feira (3) em um relatório que, na margem, pareceu evidenciar por que um número cada vez maior de autoridades monetárias do banco central tem sinalizado abertura para retomar os cortes de juros este mês.

“Os contatos frequentemente citaram a incerteza econômica e as tarifas como fatores negativos”, de acordo com o relatório Livro Bege do Fed, um retrato da saúde econômica do país publicado duas semanas antes de cada reunião de política monetária do banco central. “De modo geral, a confiança estava mista entre os distritos (do Fed). A maioria das firmas relatou pouca ou nenhuma mudança no otimismo ou expressou expectativas diferentes sobre a direção da mudança por parte de seus contatos.”

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Cosan (CSAN3) sobe mais de 5% e caminha para a 6ª alta consecutiva

As ações da Cosan (CSAN3) sobem mais de 5% e lideram os ganhos do Ibovespa nesta quarta-feira (3). Às 15h25, CSAN3 subia 5,76%, a R$ 6,61.

Esse é o sexto pregão consecutivo de alta, acumulando valorização de quase 20% no período.

Os investidores precificam o movimento de desinvestimento da Raízen. Segundo o Valor, o Grupo Cosan espera propostas vinculantes para vender uma participação na distribuidora até o início de outubro.

Projeto que autoriza Legislativo a demitir diretores do Banco Central preocupa, diz Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, demonstrou preocupação nesta quarta-feira com projeto de lei que dá ao Legislativo poderes para demitir diretores do Banco Central, argumentando que não há razão para a medida.

O projeto que tramita na Câmara dos Deputados estabelece que diretores da autarquia poderão ser exonerados por decisão do Congresso Nacional “quando a condução das atividades do Banco Central for incompatível com os interesses nacionais”.

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