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Tempo real: Ibovespa renova recorde histórico 141 mil pontos após a decisão de Moraes sobre IOF; dólar sobe a R$ 5,42

04 jul 2025, 6:30 - atualizado em 04 jul 2025, 17:14
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) ‘venceu’  a liquidez reduzida com os mercados de Wall Street sem negociações e renovou o ‘duplo recorde’ pela segunda sessão consecutiva.

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Nesta sexta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 0,24%, aos 141.263,56 pontos, no maior nível nominal da história. O recorde anterior foi registrado ontem (3), quando fechou aos 140.927,86 pontos.

Durante a sessão, o Ibovespa também renovou a máxima nominal intradia ao atingir os 141.563,85 pontos (+0,45%).

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4248, com alta de 0,37%. 

No cenário doméstico, os investidores seguiram acompanhando a tensão entre o Executivo e o Legislativo em torno do impasse sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

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Pela manhã, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes suspendeu os efeitos dos decretos presidenciais que elevaram as alíquotas do IOF bem como a decisão do Congresso Nacional na semana passada que sustou os efeitos da medida adotada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Nos Estados Unidos, os mercados de Wall Street permaneceram fechados nesta sexta-feira (4) com o feriado do Dia da Independência.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta sexta-feira (4) em tempo real:

Ao vivo
Grupo Mateus (GMAT3) inaugura unidade da bandeira Camiño no Maranhão

O grupo varejista Mateus (GMAT3) anunciou nesta sexta-feira (4) que inaugurou uma unidade da bandeira Camiño Supermercados em Porto Franco, no estado do Maranhão, a 36° operação Camiño da companhia, conforme comunicado divulgado ao mercado.

“Com uma área de vendas de 409 metros quadrados, a unidade reforça a presença do grupo na região”, disse a empresa no documento.

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Engie (EGIE3) cai mais de 5% em realização de ganhos; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (4)

A ponta negativa foi liderada por Engie (EGIE3), que devolveu os ganhos da véspera. Ontem (3), as ações da elétrica subiram mais de 4%.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta sexta-feira (4):

> Engie (EGIE3): -5,16%, a R$ 46,30

> Yduqs (YDUQ3): -1,27%, a R$ 16,33

> Vamos (VAMO3): -1,24%, a R$ 3,97

> Auren (AURE3): -0,91%, a R$ 9,80

> Rede DOr (RDOR3): -0,74%, a R$ 34,93

BRF (BRFS3) e Vibra (VBBR3) lideram os ganhos da sessão; confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (4)

Vibra Energia (VBBR3) foi um dos destaques da ponta positiva do Ibovespa após um relatório do Safra destacando que a empresa ganhou 0,9% de participação de mercado de etanol.

Além disso, os papéis foram impulsionados após o Brazil Journal informar que a Inpasa, a maior produtora de etanol de milho no Brasil, adquiriu aproximadamente 3% da Vibra e planeja aumentar ainda mais sua participação. A Inpasa, porém, negou em um comunicado.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta sexta-feira (4):

> BRF (BRFS3): +3,44%, a R$ 19,85

> Vibra (VBBR3): +2,68%, a R$ 22,59

> MRV (MRVE3): +2,11%, a R$ 6,29

> Hapvida (HAPV3): +1,89%, a R$ 35,61

> Natura (NATU3): +1,55%, a R$ 10,51

Ibovespa fecha acima dos 141 mil pontos pela 1ª vez e renova recorde histórico; dólar sobe a R$ 5,42

O Ibovespa (IBOV) ‘venceu’ a liquidez reduzida com os mercados de Wall Street sem negociações e renovou o ‘duplo recorde’ pela segunda sessão consecutiva.

Nesta sexta-feira (4), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com alta de 0,24%, aos 141.263,56 pontos, no maior nível nominal da história. O recorde anterior foi registrado ontem (3), quando fechou aos 140.927,86 pontos.

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a sexta-feira (04) em alta de 0,30%, aos 141.356,13 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Petrobras (PETR4): Opep+ define novo aumento de produção neste sábado; entenda os riscos para a ação

A reunião da Opep+, marcada para este sábado (5), pode trazer novos elementos para o mercado de petróleo — e, com isso, impactar as ações da Petrobras (PETR4). O grupo deve anunciar um novo aumento de produção de 411 mil barris por dia (bpd) para agosto, o quarto mês seguido de alta na oferta global.

Para Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, o movimento já está amplamente precificado. “O mercado vai ficar atento ao que será sinalizado para a próxima reunião, em agosto: se vai aumentar novamente (o que seria ruim) ou não (o que seria positivo). O que tenho lido é que devemos ter outro aumento, que é ruim, mas também não é tão inesperado assim.”

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Dólar sobe a R$ 5,42 em sessão com liquidez reduzida e decisão de Moraes sobre IOF

Sem a referência dos Estados Unidos, o dólar tentou reduzir as perdas da semana ante real e ganhou fôlego com novos desdobramentos sobre a judicialização das mudanças no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Nesta sexta-feira (4), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,4248, com alta de 0,37%.

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>> Dólar à vista acumula queda de 1,06% ante o real na semana
>> Dólar à vista fecha a R$ 5,4248, com alta de 0,37%
Petrobras (PETR4) mantém o posto? Veja a ação preferida entre 13 analistas para embolsar dividendos

Sai mês, entra mês, e a Petrobras (PETR4) segue como a ação preferida entre analistas de bancos e corretoras quando se trata de buscar dividendos. Para julho, levantamento do Money Times mostra que a estatal ocupa novamente o posto de mais indicada, presente em nove carteiras recomendadas.

O levantamento, que mapeou 13 portfólios voltados para dividendos, mostra o Itaú (ITUB4) como a segunda mais indicada, com sete indicações, seguida por Copel (CPLE6) e Cemig (CMIG4), com cinco indicações cada.

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Vale (VALE3), Usiminas (USIM5), CSN Mineração (CMIN3): Ações de metais sobem até 7% na semana, embaladas por otimismo com a China; minério de ferro tem segunda alta consecutiva

As ações das companhias brasileiras ligadas ao setor de mineração e siderurgia encerraram a semana com forte valorização, impulsionadas pelo alívio no mercado internacional de minério de ferro  e pela sinalização de que o governo chinês poderá intervir para conter a guerra de preços entre siderúrgicas.

Por volta das 16h15 desta sexta-feira (4), o desempenho era misto no dia: CSN Mineração (CMIN3) liderava as altas do setor com avanço de 1,93%, seguida por Usiminas (USIM5), com 0,91%, Metalúrgica Gerdau (GOAU4), com 0,21% e Vale (VALE3), que operava com leve alta de 0,03%.

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Tentativa de elevar IOF escancara dificuldade do governo em avançar com ajustes fiscais, diz UBS Wealth Management

A tentativa do governo de elevar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) evidencia os desafios que a equipe econômica enfrenta para viabilizar o ajuste das contas públicas, afirma o UBS Wealth Management.

Na semana passada, o Congresso Nacional aprovou um projeto que sustava os decretos de aumento do IOF propostos pelo Governo Lula. Dias depois, a Advocacia-Geral da União (AGU) ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para defender as medidas que elevavam as alíquotas.

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Itaú (ITUB4) e outras duas ações são as mais recomendadas para julho, segundo 20 analistas; veja os papéis para investir neste mês

Os pesos-pesados do Ibovespa (IBOV) são, mais uma vez, os papéis mais recomendados para investir em julho. Itaú Unibanco (ITUB4) manteve-se na liderança – ao lado de Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) – com 9 indicações, segundo levantamento do Money Times com 20 carteiras recomendadas por analistas de bancos e corretoras.

  • Para lembrar: os papéis da mineradora e da petroleira, combinados com o setor bancário, correspondem a 50% do desempenho do Ibovespa, dado o peso das companhias na composição do índice.

O mês de junho foi marcado pela entrada de fluxo de estrangeiro, além de decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. Durante o período, o Ibovespa operou próximo do recorde histórico dos 140 mil pontos e acumulou alta de 1,33% — estendendo a sequência de ganhos mensais iniciada em março.

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Motta rejeita crise com governo após impasse sobre IOF e defende cortes que não afetem mais pobres

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), rejeitou nesta sexta-feira (4) em entrevista à CNN Brasil a possibilidade de rompimento do Congresso com o governo por causa do impasse envolvendo o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), ao mesmo tempo que defendeu cortes de gastos que não prejudiquem as pessoas mais pobres.

Na entrevista, o presidente da Câmara disse que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os decretos do governo sobre o IOF, assim como o decreto legislativo que sustou os efeitos da medida do Executivo, além de convocar uma audiência de conciliação sobre o tema, permitirá que as partes dialoguem e cheguem a uma solução.

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Brent cai com expectativas para a Opep+, mas avança na semana

Os preços do petróleo encerraram a sessão em queda com os investidores na expectativa pela reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), que acontece no próximo domingo (6) e que pode decidir pelo aumento da produção.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, com vencimento em setembro, encerraram a sessão com recuou de 0,73%, a US$ 68,30 o barril na International Exchange (ICE), em Londres. 

Na semana, o Brent acumulou ganho semanal de 3,27%.

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Prio (PRIO3) caminha para estabilização da produção acima de 110 mil boepd, dizem analistas

A produção de junho da Prio (PRIO3) mostrou sinais de recuperação e caminha para a estabilização acima de 110 mil boepd, disseram analistas nesta sexta-feira (4). Por volta das 17h, as ações da companhia subiam 0,3%, a R$ 42,71, com avanço de 4,8% neste ano.

Apesar de ainda impactada por efeitos pontuais, como falhas operacionais e retomadas parciais de poços, a companhia encerrou o mês com o maior volume de produção já registrado em sua história, a 100,1 mil barris de óleo equivalente por dia (boed), reforçando a visão positiva dos analistas para o desempenho no curto prazo.

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Carteira agro: Suzano (SUZB3) segue como a ação preferida do setor nas recomendações para julho; veja outros destaques

A Suzano (SUZB3) permanece sendo a principal escolha dos investidores entre as ações do agronegócio. Em levantamento realizado pelo Money Times com 18 instituições financeiras, a empresa lidera as recomendações para o mês de julho.

Segundo a Empiricus Research, a empresa continua colhendo os frutos da nova fábrica no Mato Grosso do Sul. A planta deve aumentar a geração de caixa e permitir uma redução acelerada da alavancagem para níveis confortáveis até o final de 2025. A companhia foi recomendada por cinco analistas.

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>> Ibovespa bate máxima aos 141.539,99 pontos, com alta de 0,43%
Depois de Campos Neto, Nubank (ROXO34) contrata mais um ex-BC

O Nubank (ROXO34) informou nesta sexta-feira (4) que contratou o ex-diretor de regulação do Banco Central Otávio Ribeiro Damaso como consultor para assuntos regulatórios e de gestão de riscos da instituição, poucos dias após oficializar a entrada de Roberto Campos Neto, ex-presidente do BC, como seu vice-chairman.

De acordo com o comunicado, Damaso atuará como observador permanente do Comitê de Auditoria e Risco da Nu Holdings e do Comitê de Risco da Nu Brasil, além de aconselhar o grupo “em qualquer questão relacionada a ambientes de negócios ou de risco”.

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Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em alta de 0,40%, aos 141.489,26 pontos, nesta sexta-feira (04).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra alta de 0,09%, cotada a R$ 55,09. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em alta de 0,28%, a R$ 32,25, e os do Itaú (ITUB4), em alta de 0,45%, a R$ 37,88.

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