Tempo Real

Tempo Real: Ibovespa (IBOV) atento ao balanço da Petrobras (PETR4), Oriente Médio e dados de empregos

05 mar 2026, 6:30 - atualizado em 05 mar 2026, 6:38
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanha as vendas no varejo na zona do euro e o discurso da Christine Lagarde, que pode movimentar moedas e títulos da região.

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No Brasil, são divulgados a taxa de desemprego e a balança comercial, enquanto nos EUA sai a balança comercial, influenciando os mercados de câmbio e commodities.

Hoje, também tem o balanços do quarto trimestre da Petrobras, após o fechamento. Os mercados seguem acompanhando o conflito no Oriente Médio.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Fundo imobiliário anuncia acordo com o Banrisul (BRSR6); IFIX volta a subir

O fundo imobiliário Banrisul Novas Fronteiras (BNFS11) anunciou, por meio de fato relevante, a renovação de acordos de locação com o Banco do Estado do Rio Grande do Sul (BRSR6) envolvendo duas agências localizadas no estado.

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a Agência Belém Novo, situada em Porto Alegre, terá um novo contrato de cinco anos, válido de 14 de março de 2026 a 13 de março de 2031.

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Juiz ordena pagamento de reembolso bilionário de tarifas de Trump pela Alfândega dos EUA

Um juiz do tribunal de comércio dos Estados Unidos ordenou na quarta-feira (4) que o governo comece a pagar bilhões de dólares em reembolsos a importadores que pagaram tarifas consideradas ilegais pelo Supremo Tribunal no mês passado.

O juiz Richard Eaton, do Tribunal de Comércio Internacional dos EUA em Manhattan, determinou que o governo finalize o custo de milhões de remessas entrando no país sem cobrar as tarifas correspondentes. Ele também exigiu que os reembolsos incluam juros.

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Meta de crescimento da China para 2026 é a mais baixa desde a década de 1990

Ao definir a meta de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4,5% e 5% para 2026 — a mais baixa desde os anos 1990 — o governo da China reconheceu desafios como o consumo interno moderado, o investimento desaquecido e a debilidade do setor imobiliário.

Se o resultado ficar abaixo de 5%, será o desempenho anual mais fraco em mais de três décadas, sem contar o período da pandemia de covid-19.

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>> GPA (PCAR3): Diretor de RI e um dos conselheiros renunciam aos cargos
Conflito no Oriente Médio não é mais problema para o mercado; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (05)

O conflito crescente no Oriente Médio ainda não tem data para acabar, até porque os ataques entre Estados Unidos, Israel e Irã continuam se espalhando pela região. Por outro lado, o mercado parece já ter absorvido os choques iniciais.

As bolsas voltaram a subir após informações de que líderes iranianos entraram em contato com o governo norte-americano para discutir um cessar-fogo.

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O que esperar do resultado da Petrobras (PETR4): Analistas veem dividendos menores e pressão do Brent

As ações da Petrobras (PETR4) entram no radar do mercado nesta quinta-feira (5), já que a companhia divulga os resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) após o fechamento do mercado. A expectativa entre analistas é de um trimestre mais fraco na comparação com o anterior, com recuo do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e dos dividendos.

As projeções do mercado apontam para Ebitda entre US$ 10,5 bilhões e US$ 11,5 bilhões, com estimativa central próxima de US$ 11 bilhões, abaixo do observado no terceiro trimestre, quando o indicador ficou perto de US$ 11,7 bilhões.

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>> Bitcoin (BTC) avança 2%, a US$ 72.606,64; Ethereum (ETH) sobe 2,7%, a US$ 2.127,99
>> Petróleo tipo Brent avança 1,83%, a US$ 82,86 por barril; WTI avança 2,12%, a US$ 76,25 por barril
>> Wall Street: Futuros operam mistos com S&P 500 (+0,05%), Dow Jones (-0,06%) e Nasdaq (+0,04%)
>> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,42% a US$ 16,84 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) cai 0,68% a US$ 15,95 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) cai 0,43% a US$ 37,33 no pré-market nos EUA
Bolsas asiáticas fecham em alta com busca por barganhas após pânico da guerra

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quinta-feira (5), com a de Seul garantindo o melhor pregão em quase duas décadas após a queda recorde de ontem, à medida que a busca por barganhas prevaleceu depois do pânico que tomou conta dos mercados por causa da guerra no Oriente Médio e da subsequente disparada nos preços do petróleo.

O índice sul-coreano Kospi saltou 9,63% em Seul, a 5.583,90 pontos, no maior ganho em um único dia desde outubro de 2008. A recuperação veio após um tombo de 12% na sessão anterior, o maior já registrado.

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Rumo (RAIL3) soma lucro líquido de R$ 213 mi no 4º trimestre e reverte prejuízo anual

A Rumo (RAIL3) reportou lucro líquido de R$ 213 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 259 milhões registrado em igual intervalo de 2024. No critério ajustado, a cifra somou R$ 441 milhões, mais do que o dobro do que um ano antes, quando o resultado foi de R$ 206 milhões.

Já o Ebitda ajustado cresceu 7,5%, somando R$ 1,793 bilhão, com margem de 53,5%, avanço de 5 pontos porcentuais. No critério não ajustado, o Ebitda subiu 30,2%, para R$ 1,565 bilhão.

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Lucro líquido recorrente da Caixa recua para R$ 2,77 bi no 4º tri

A Caixa registrou lucro líquido recorrente de R$ 2,77 bilhões no quarto trimestre de 2025, um recuo de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com relatório da administração divulgado pelo banco.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) recorrente cresceu 0,24 pontos percentuais nos últimos 12 meses, para 10,67%, enquanto a margem financeira subiu 7,4%, para R$ 17,5 bilhões.

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Dexco (DXCO3) tem prejuízo líquido de R$ 48,3 mi no 4T25 e reverte lucro anual de R$ 22,4 mi

A Dexco (DXCO3), dona das marcas Deca, Portinari, Hydra, Duratex, Castelatto, entre outras, apresentou prejuízo líquido de R$ 48,3 milhões no quarto trimestre de 2025, o que representa uma reversão em relação ao mesmo período de 2024, quando teve lucro de R$ 22,3 milhões.

Excluindo perdas e ganhos considerados não recorrente nas suas operações, aí o quadro foi diferente. A empresa teve lucro líquido recorrente de R$ 36,4 milhões, uma reversão perante o prejuízo de R$ 83,6 milhões na mesma base de comparação anual.

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CBA (CBAV3): prejuízo líquido é de R$ 164 mi no 4T25, alta de 193% ante 4T24

A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) (CBAV3) reportou prejuízo líquido de R$ 164 milhões no quarto trimestre de 2025, com alta de 193% sobre o prejuízo apresentado um ano antes. O Ebitda ajustado, por sua vez, foi de R$ 257 milhões no período, uma queda de 47% na mesma base de comparação. Já a receita líquida, somou R$ 2,2 bilhões, com queda de 4%.

A companhia avalia que o resultado contábil de prejuízo foi influenciado por efeitos contábeis relacionados aos contratos futuros de energia e instrumentos de proteção financeira das exportações, sem impacto imediato no caixa.

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