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Tempo real: Ibovespa tem leve alta à espera da ‘Super Quarta’; dólar sobe a R$ 5,71

06 maio 2025, 6:30 - atualizado em 06 maio 2025, 17:21
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) acompanhou o primeiro dia de reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês). Amanhã, o Banco Central e o Federal Reserve definem o futuro das suas taxas de juros.

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Nesta terça-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 133.515,82 pontos, com leve avanço de 0,02%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7108, com alta de 0,37% sobre o real. 

No cenário doméstico, os balanços corporativos concentraram as atenções, com destaque para GPA (PCAR3). As ações caíram mais de 20% com resultado considerado ‘misto’ por analistas e desmonte de posições dos investidores após a eleição do novo conselho.

No exterior, os investidores seguiram atentos a acordos comerciais dos Estados Unidos com países parceiros sobre as tarifas. Na Alemanha, O líder conservador Friedrich Merz foi eleito chanceler pelo Parlamento em segundo turno após uma derrota e sem precedentes na primeira tentativa.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta terça-feira (06) em tempo real:

Ao vivo
Carrefour Brasil (CRFB3) lucra R$ 225 milhões no 1º tri e vê fechamento de capital acelerar expansão

O Grupo Carrefour Brasil (CRFB3) registrou lucro líquido de R$225 milhões nos primeiros três meses deste ano, acima dos R$39 milhões apurado no mesmo período de 2024, em linha com a estimativa média de analistas em dados compilados pela LSEG.

Em termos ajustados, o lucro somou R$282 milhões no período, salto ante os R$52 milhões do primeiro trimestre de 2024, mostrou relatório de resultados divulgado nesta terça-feira.

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Prio (PRIO3): Produção cai em abril com parada no campo de Frade

A Prio (PRIO3) teve queda na produção de petróleo em abril na comparação com o mês anterior, puxada por uma parada programada no campo de Frade. A produção total da companhia ficou em 91,1 mil barris por dia, abaixo dos 104,7 mil registrados em março, informou a empresa nesta terça-feira (6).

Frade foi o principal impacto negativo, com produção de apenas 13,5 mil barris por dia, contra 37,2 mil em março. Já os campos Albacora Leste (27,2 mil), Peregrino (29,3 mil) e Polvo + TBMT (11,1 mil) seguiram relativamente estáveis.

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Caixa Seguridade (CXSE3) anuncia R$ 930 milhões em dividendos, após lucro do 1T25

A Caixa Seguridade (CXSE3) anunciou nesta terça-feira (6) que vai distribuir R$ 930 milhões em dividendos antecipados aos seus acionistas. O valor representa 92,14% do lucro líquido registrado até 31 de março de 2025, de acordo com as regras contábeis do padrão IFRS 4.

Cada ação ordinária dará direito ao recebimento de R$ 0,31. O pagamento será feito no dia 15 de agosto de 2025, para quem estiver com ações da companhia no dia 1º de agosto. A partir de 4 de agosto, as ações passam a ser negociadas sem direito aos dividendos (ex-dividendos).

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Prio (PRIO3) lucra US$ 352,9 milhões no 1T25, alta de 62%

A Prio (PRIO3) registrou lucro líquido de US$ 352,9 milhões no primeiro trimestre de 2025, crescimento de 62% em relação ao mesmo período de 2024. O avanço ocorreu mesmo com a queda na margem Ebitda ajustada, que passou de 79% para 66%.

A receita líquida somou US$ 696,9 milhões, alta de 15% na comparação anual. Já o Ebitda ajustado recuou 4%, para US$ 459,3 milhões.

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Bradesco (BBDC4) terá o trimestre da virada? Veja o que esperar do balanço do 1T25

O Bradesco (BBDC4) divulgará os seus resultados do primeiro trimestre de 2025 na próxima quarta-feira (7) e a expectativa do investidor é que o banco consiga engatilhar a sua melhora.

No segundo trimestre de 2024, foi o que aconteceu, com ação disparando logo após as cifras. Porém, a piora do cenário macro jogou ‘água’ na recuperação e ação voltou a desandar.

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JSL (JSLG3): Lucro cai, mas CEO vê 1T25 melhor que esperado; ‘mais otimista do que no fim de 2024’

A JSL (JSLG3), empresa de logística que pertence ao Grupo Simpar (SIMH3), teve lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no primeiro trimestre de 2025, queda de 7,4% em relação ao mesmo período, mostra documento enviado ao mercado nesta terça-feira (6).

Mesmo assim, a administração reforçou o seu otimismo e não vê a queda com preocupação. Em seu release, a companhia afirmou que a alta dos juros, que atualmente estão no casa dos 14%, o maior desde o período Dilma Rousseff, prejudicou parte do desempenho.

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Algoritmo para abrir lojas mais rentáveis: a Pague Menos começa 2025 com lucro e o dobro de investimentos

A Pague Menos (PGMN3) apresentou, no primeiro trimestre de 2025 (1T25), uma combinação que é perseguida por redes de varejo de qualquer segmento. Sem praticamente abrir lojas, conseguiu expandir suas vendas e sair do prejuízo para o lucro.

Entre janeiro e março deste ano, a rede de farmácias, que possui também a bandeira Extrafarma, teve lucro contábil de R$ 5 milhões, ante um prejuízo de quase R$ 37 milhões no mesmo período de 2024.

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Dia das Mães deve movimentar R$ 16,3 bilhões, diz associação

O Dia das Mães, segunda data mais importante do ano para o comércio brasileiro, deve movimentar R$ 16,3 bilhões em compras, mostra pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), encomendada ao Instituto Datafolha. O montante é 9,24% superior à projeção do mesmo período do ano passado.

O levantamento aponta que 62% dos consumidores pretendem comprar presente de Dia das Mães neste ano. Com base no cálculo da Abecs, o valor médio das compras será de R$ 249, um montante 8,7% maior em relação ao visto no ano passado (R$ 229).

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Com Selic alta, gestores veem ‘janela de entrada’ para investimento em FIIs

O cenário de juros ainda elevados e as distorções no preço das cotas têm gerado oportunidades no mercado de fundos imobiliários. A avaliação foi consenso entre os gestores presentes no painel sobre o setor na TAG Summit 2025.

Para Daniel Pegorini, sócio-fundador e CEO da Valora Investimentos, é fundamental que o investidor saiba diferenciar o valor patrimonial dos FIIs e o preço de negociação no mercado secundário.

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Balanço ‘agrada’ e TIM (TIMS3) sobe mais de 6%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (6)

A ponta positiva foi liderada por TIM (TIMS3) com resultados do 1T25 considerados “sólidos” e em linha com o esperado e Brava Energia (BRAV3) após a junior oil registrar produção recorde em abril.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta terça-feira (6):

> TIM (TIMS3): +6,77%, a R$ 19,87

> Brava Energia (BRAV3): +6,74%, a R$ 18,37

> PetroReconcavo (RECV3): +4,26%, a R$ 13,21

> Prio (PRIO3): +4,23%, a R$ 36,97

> Direcional (DIRR3): +3,14%, a R$ 37,46

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GPA (PCAR3) despenca mais de 20% com balanço e desmonte de posições; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (6)

As ações do GPA (PCAR3) despencaram mais de 20% no pregão desta terça-feira (6) e lideraram a ponta negativa do Ibovespa e da B3. A derrocada foi uma reação ao balanço do primeiro trimestre de 2025 (1T25) e reduções de posições dos investidores após a eleição do novo conselho da companhia.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (6):

> GPA (PCAR3): -20,21%, a R$ 3,04

> BB Seguridade (BBSE3): -7,44%, a R$ 38,82

> Minerva (BEEF3): -6,36%, a R$ 5,45

> CVC (CVCB3): -5,94%, a R$ 2,06

> BRF (BRFS3): -5,08%, a R$ 20,35

 

Copom: Brasil deve ter uma “mudança de vento”, apesar do esperado aumento de 0,50 p.p., dizem especialistas do FGV Ibre

O mercado já está “alinhado” com as decisões de política monetária da próxima quarta-feira (7). Aqui no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,50% ponto porcentual (p.p.), enquanto o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, não deve mexer nos juros do país.

Isso é o que Livio Ribeiro, Sócio da BRCG e Pesquisador Associado FGV IBRE, ponderou durante o Tag Summit 2025, evento promovido pela Tag Investimentos em São Paulo.

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Ibovespa fecha em leve alta mesmo com GPA (PCAR3) e NY como ‘pedras no sapato’; dólar sobe a R$ 5,71

O Ibovespa (IBOV) operou próximo da estabilidade à espera da ‘Super Quarta’, em dia de ‘forças opostas’ no mercado local. De um lado, as ações da Petrobras (PETR4), peso-pesado do índice, reduziram as perdas da sessão anterior e subiram mais de 1% na esteira da forte recuperação do petróleo — impulsionando o índice. Já do outro, o tom negativo de Wall Street drenou o apetite ao risco.

Nesta terça-feira (6), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 133.515,82 pontos, com leve avanço de 0,02%. 

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Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a terça-feira (06) em alta de 0,06%, aos 133.571,87 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Bolsas de NY fecham em alta na expectativa de acordos comerciais e decisão do Fed

Nos Estados Unidos, os investidores operaram na expectativa pela decisão do Federal Reserve (Fed). O Comitê Federal do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) deve manter os juros inalterados pela 3ª vez consecutiva, na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano.

Os acordos comercias entre os EUA e países parceiros também seguiram no radar. Nesta terça-feira (6), o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que ele e as principais autoridades do governo analisarão os possíveis acordos comerciais nas próximas duas semanas e, assim, decidir quais serão aceitos. Os comentários foram feitos antes de uma reunião bilateral entre Trump e o primeiro-ministro canadense Mark Carney.

Ele também reafirmou que a China quer negociar um acordo comercial para acabar com as tarifas concorrentes. “Eles querem negociar e querem se reunir”, afirmou. “E nós nos reuniremos com eles no momento certo.”

Entre as ações, os papéis da farmacêutica Moderna chegaram a cair mais de 11% após a nomeação de Vinay Prasad para a Agência de Saúde e Alimentos (FDA, na sigla em inglês). Prasad é crítico à indústria e as políticas dos EUA durante a pandemia de Covid-19.

Confira o fechamento dos índices de Nova York:

> S&P 500: -0,77%, aos 5.606,91 pontos; 

> Dow Jones: -0,95%, aos 40.829,00 pontos;

> Nasdaq: -0,87%, aos 17.689,66 pontos.

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Dólar engata nova alta na véspera da Super Quarta e fecha a R$ 5,71

O dólar engatou uma nova valorização sobre o real na expectativa pela ‘Super Quarta’ — dia marcado por decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil.

Nesta terça-feira (5), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,7108, com alta de 0,37% ante o real. 

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,7108, com alta de 0,37%
‘Seletividade é a chave para 2025’, afirmam gestores sobre o mercado de crédito privado no Brasil

O mercado de crédito privado hoje no Brasil se resume, basicamente, a uma palavra: seletividade. A avaliação é de gestores que participaram do painel sobre o segmento na TAG Summit 2025.

Em meio a um cenário macroeconômico desafiador, marcado por juros elevados e incertezas globais, a prudência tem sido a abordagem predominante dos investidores.

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Prio (PRIO3), Brava (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3) devem registrar 1T25 ‘sólido’

A XP Investimentos prevê um primeiro trimestre de 2025 sólido para as petroleiras juniores da bolsa — Prio (PRIO3), Brava Energia (BRAV3) e PetroReconcavo (RECV3).

O período foi de crescimento de produção, recuperação operacional e números consistentes, mesmo com o mercado atento às discussões sobre tarifas futuras e seus impactos no preço do petróleo, disse a corretora.

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Dividendos da BB Seguridade (BBSE3): Qual pode ser a fatia a ser distribuída, segundo diretor

O payout (parcela do lucro distribuídos aos acionistas) da BB Seguridade (BBSE3) caminha para ficar em torno de 80% a 90%, afirmou o diretor financeiro da seguradora, Rafael Sperendio, em teleconferência de resultados.

Segundo o executivo, a tendência é de que o resultado fique mais próximo da parte superior desse intervalo histórico, uma vez que não há necessidade relevante de retenção de capital.

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