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Tempo real: Ibovespa sobe mais de 2% com Copom, Bradesco (BBDC4) e acordo comercial de Trump; dólar cai a R$ 5,66

08 maio 2025, 6:30 - atualizado em 08 maio 2025, 17:24
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Ibovespa (IBOV) ganhou força e estendeu os ganhos do ano para mais de 13% em dia de forte apetite a risco no mercados.

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Nesta quinta-feira (8), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.231,90 pontos, com avanço de 2,12%. Durante a sessão, o Ibovespa renovou a máxima histórica intradia aos 137.634,57 pontos — o recorde anterior foi registrado em 28 de agosto, 137.469,26 pontos.

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6613, com queda de 1,46% sobre o real. 

O impulso foi apoiado pela forte alta das ações do Bradesco (BBDC4), em reação ao balanço do primeiro trimestre de 2025 (1T25). O mercado doméstico também repercutiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a Selic em 0,50 ponto percentual, levando a taxa básica de juros para o patamar de 14,75% ao ano. O Comitê não forneceu uma orientação para a decisão de junho — um dos pontos mais esperados nos últimos dias.

O tom positivo também foi puxado pelo exterior. O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, anunciou o primeiro acordo tarifário do país.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (7) em tempo real:

Ao vivo
B3 (B3SA3) tem lucro recorrente estável em R$ 1,13 bilhão no 1º tri

A B3 (B3SA3) registrou lucro líquido recorrente praticamente estável no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, em R$1,13 bilhão, conforme relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira.

Analistas, em média, esperavam um lucro líquido de R$1,16 bilhão para a operadora da bolsa paulista nos primeiros três meses do ano, de acordo com dados compilados pela LSEG.

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Totvs (TOTS3) eleva lucro ajustado em 44% no 1T25, a R$ 227,7 milhões

A produtora de software corporativo Totvs (TOTS3) teve lucro líquido ajustado de R$227,7 milhões, alta 43,7% sobre o desempenho de um ano antes, com avanço de quase 20% na receita líquida.

A empresa teve um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$378,7 milhões, 23,8% sobre um ano antes.

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Localiza (RENT3) tem lucro do 1º tri acima do esperado

A Localiza (RENT3) divulgou nesta quinta-feira lucro líquido de R$842 milhões no primeiro trimestre, crescimento de 14,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, em desempenho acima do esperado pelo mercado.

  • Quais são as top “Money Picks” para este mês? O Money Times ouviu analistas de toda a Faria Lima para descobrir; veja aqui o resultado 

Analistas esperavam lucro líquido de R$799,7 milhões para a companhia no período, de acordo com média das estimativas compiladas pela LSEG.

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Magazine Luiza (MGLU3): Lucro cai 62,5% no 1T25, a R$ 11,2 milhões; diretora de RI vê impacto dos juros altos

O Magazine Luiza (MGLU3) entregou seu sexto trimestre seguido de lucro, mostra relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira (8). No entanto, a companhia viu a cifra encolher na comparação anual.

O lucro líquido ajustado da varejista totalizou R$ 11,2 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), um recuo de 62,5% ante o mesmo período em 2024.

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Suzano (SUZB3) tem resultado operacional abaixo do esperado no 1T25

A Suzano (SUZB3) divulgou nesta quinta-feira um desempenho operacional de primeiro trimestre abaixo do esperado pelo mercado, pressionado em parte por queda nos preços de celulose na comparação anual, apesar de crescimento nas vendas da commodity.

A maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo teve resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$4,87 bilhões de janeiro ao final de março, alta de 7% sobre o desempenho de um ano antes.

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MRV&Co (MRVE3) tem prejuízo de R$ 262,9 milhões no 1T25 puxado por operação nos EUA

A MRV&Co (MRVE3) registrou um prejuízo líquido ajustado de R$ 262,9 milhões no primeiro trimestre, em desempenho pressionado pelo resultado negativo da operação norte-americana Resia, conforme relatório de resultados divulgado nesta quinta-feira.

Em termos consolidados, a receita operacional líquida da MRV&Co totalizou R$2,28 bilhões no período, em linha com a expectativa média de analistas em pesquisa da LSEG.

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Itaú (ITUB4): Lucro sobe 14% e vai a R$ 11 bilhões no 1T25, em linha com expectativa

O Itaú (ITUB4) registrou lucro recorrente gerencial de R$ 11,1 bilhões no primeiro trimestre de 2025, alta de 14% ante o mesmo período do ano passado, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (8).

A cifra ficou dentro da expectativa da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 11 bilhões.

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BC aprova emissão de LCI por financeiras

O Banco Central aprovou nesta quinta-feira resolução que permite a emissão de letras de crédito imobiliário (LCI) pelas sociedades de crédito, financiamento e investimento, popularmente conhecidas como financeiras, informou a autarquia.

“Com essa medida, as financeiras terão a sua disposição mais um instrumento de captação, com o potencial de incentivar o mercado de crédito imobiliário”, disse o BC em nota.

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Cogna (COGN3): Lucro ajustado dispara 205% e bate expectativas

A Cogna (COGN3) apurou lucro líquido de R$ 95,1 milhões no primeiro trimestre de 2025, revertendo o prejuízo de R$ 8,5 milhões um ano antes, de acordo com dados divulgados pelo grupo de educação nesta quinta-feira, que também mostraram melhora nas margens e aumento expressivo na geração de caixa livre.

Em termos ajustados, o lucro somou R$ 154,4 milhões, um salto de 205,7% na comparação ano a ano, acima da média das estimativas compiladas pela LSEG, de lucro de R$ 108 milhões.

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Assaí (ASAI3) corta pela metade previsão de novas lojas em 2026 após resultado do 1º tri

O Assaí (ASAI3) reduziu nesta quinta-feira projeção de abertura de lojas em 2026 para 10, contra 20 aberturas esperadas anteriormente, ao mesmo tempo em que divulgou um lucro líquido de R$117 milhões no primeiro trimestre, expansão de 95% em comparação com o mesmo período do ano passado.

A projeção de abertura de 10 lojas em 2025 foi mantida, conforme relatório de resultados divulgado ao mercado.

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Fleury (FLRY3) tem lucro líquido 6,7% maior e alavancagem estável no 1º tri

O grupo de medicina diagnóstica Fleury (FLRY3) observou um crescimento de 6,7% no lucro líquido do primeiro trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado, com uma contração no segmento voltado para empresas sendo mais que compensada pela performance da divisão para consumidores.

O lucro líquido do Fleury somou R$179,3 milhões entre janeiro e final de março, com margem líquida de 8,9%, quase estável na base anual. Analistas, em média, esperavam lucro líquido de R$182,3 milhões para a companhia no primeiro trimestre, segundo dados compilados pela LSEG.

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PetroRecôncavo (RECV3) pagará R$ 263,4 milhões em Juros sobre Capital Próprio

A PetroRecôncavo (RECV3) aprovou, em reunião do Conselho de Administração, a distribuição de Juros sobre Capital Próprio no valor de R$ 263,4 milhões, ou R$ 0,90 por ação ordinária.

Os acionistas registrados até 15 de maio de 2025 terão direito ao pagamento, que será realizado em 27 de maio de 2025. A partir de 16 de maio, as ações serão negociadas “ex-proventos”.

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Renner (LREN3): Lucro dispara 59% no 1T25, a R$ 221 milhões

A Lojas Renner (LREN3) teve lucro líquido de R$221 milhões no primeiro trimestre, expansão de 58,7% sobre o desempenho de um ano antes, em um resultado bem acima do esperado pelo mercado, conforme divulgado nesta quinta-feira.

A rede de varejo teve desempenho operacional medido pelo Ebitda total ajustado de R$585,2 milhões, crescimento de quase 55% sobre o primeiro trimestre de 2024.

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Minerva (BEEF3) cai 7% após resultado desagradar analistas; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (8)

Minerva (BEEF3) foi a ação com pior desempenho do Ibovespa hoje.

Na avaliação do balanço do 1T25, os analistas do Santander destacaram que os volumes fracos expõem desafios operacionais para a companhia. A Minerva embarcou 210 mil toneladas de carne bovina do Brasil no 1T25, número 10% abaixo da projeção do banco e quase 20% abaixo do consenso de mercado.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (8):

> Minerva (BEEF3): -7,69%, a R$ 5,16

> Ultrapar (UGPA3): -3,69%, a R$ 16,20

> TIM (TIMS3): -2,88%, a R$ 19,57

> BB Seguridade (BBSE3): -2,60%, a R$ 38,19

> Caixa Seguridade (CXSE3): -2,60%, a R$ 14,99

Azzas 2154 (AZZA3) dispara com balanço do 1T25; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (8)

A ponta positiva foi liderada por Azzas 2154 (AZZA3com alta de mais de 20%, também em reação aos resultados trimestrais. A companhia teve lucro líquido recorrente de R$ 117,7 milhões no primeiro trimestre, alta de 15,6% na comparação anual. O desempenho veio acima do esperado pelo mercado.

Mas o destaque do pregão foi Bradesco (BBDC4). O banco reportou lucro recorrente de R$ 5,9 bilhões no primeiro trimestre de 2025 — uma alta de 39% em relação ao mesmo período do ano passado. O número ficou acima do esperado pelo consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 5,3 bilhões no período e animou os investidores.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (8):

> Azzas 2154 (AZZA3): +22,03%, a R$ 38,44

> Bradesco PN (BBDC4): +15,64%, a R$ 15,08

> Bradesco ON (BBDC3): +14,04%, a R$ 13,40

> CVC (CVCB3): +11,06%, a R$ 2,21

> Hapvida (HAPV3): +9,33%, a R$ 2,46

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BofA bate o martelo e diz: hora de comprar Bradesco (BBDC4); veja potencial

Os fortes resultados do Bradesco (BBDC4) foram suficientes para convencer os analistas do Bank of America de que o banco está no caminho certo para se recuperar.

Na última quarta-feira, o banco divulgou lucro de R$ 5,8 bilhões, disparada de quase 40% e acima das expectativas. Além disso, as principais linhas subiram, com alta da rentabilidade e inadimplência controlada.

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Ineep quer Margem Equatorial como área estratégica e modelo de partilha para exploração de petróleo

O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) defende que a Margem Equatorial Brasileira seja reconhecida como área estratégica pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

A instituição recomenda que os 65 blocos de águas profundas e ultraprofundas da região sejam retirados do 5º Ciclo de Oferta Permanente da ANP, previsto para junho.

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Ibovespa salta mais de 2% e renova máxima intradia com Copom e Bradesco (BBDC4); dólar cai a R$ 5,66 após acordo EUA-Reino Unido

O Ibovespa (IBOV) ganhou mais de 3 mil pontos, com direito a renovação de recorde, impulsionado pelas ações de bancos e pelo aumento do apetite ao risco no exterior após anúncio de acordos comerciais pelos Estados Unidos.

Nesta quinta-feira (8), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 136.231,90 pontos, com avanço de 2,12%. Durante a sessão, o Ibovespa renovou a máxima histórica intradia aos 137.634,57 pontos — o recorde anterior foi registrado em 28 de agosto, 137.469,26 pontos.

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quinta-feira (08) em alta de 2,40%, aos 136.595,16 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Dólar cai mais de 1%, a R$ 5,66, com Copom e acordos comercias de Trump

O dólar perdeu força com valorização das commodities e reação positiva ao Copom. O acordo comercial entre os Estados Unidos e o Reino Unido e expectativas de negociações com a China também impulsionaram a moeda brasileira.

Nesta quinta-feira (8), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6613, com queda de 1,46% ante o real. 

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