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Tempo Real: Ibovespa acompanha Relatório Focus e disparada do petróleo

09 mar 2026, 6:30 - atualizado em 09 mar 2026, 6:35
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) abre a semana com atenção voltada ao Relatório Focus, que traz projeções de inflação, crescimento e taxa de juros, influenciando o mercado doméstico.

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No exterior, o Encontro do Eurogrupo na Zona do Euro acompanha discussões sobre política econômica da região. No Japão, o destaque fica para o PIB, que sai no final do dia.

Além disso, o conflito no Irã segue no radar. Nesta madrugada, o petróleo disparou após a nomeação de Mojtaba Khamenei para suceder seu pai, Ali Khamenei, como líder supremo, sinalizando que os linha-dura continuam firmemente no comando em Teerã.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ibovespa tem novo horário de negociação a partir desta segunda (9); confira

A partir desta segunda-feira (9), a  B3 vai alterar seu período de negociação. O novo horário é uma adaptação pelo início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa.

No mercado à vista e no fracionário, o horário de negociação passa a ser das 10h às 16h55, reduzindo em uma hora o encerramento anterior, que acontecia às 17h55.

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CPI da China sobe 1,3% no ano

O índice de preços ao consumidor (CPI) da China subiu 1,3% em fevereiro ante igual mês do ano anterior, segundo dados divulgados nesta segunda-feira, 9, pelo NBS, como é conhecido o escritório de estatísticas do país.

O resultado ficou abaixo da expectativa de economistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam 0,9%. Houve aceleração em relação a janeiro, quando o CPI teve alta anual de 0,2%.

O índice de preços ao produtor (PPI) chinês teve queda anual de 0,9% em fevereiro e permaneceu em território de deflação pelo 41º mês consecutivo. Economistas consultados pelo Wall Street Journal estimavam recuo de 1,1%. O PPI desacelerou em relação a janeiro, quando apresentou queda anual de 1,4%.

*Informações do Estadão Conteúdo

Petróleo dispara e ultrapassa os US$ 100; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (09)

A semana começa sob forte tensão nos mercados globais. Na noite de domingo (8), o preço do petróleo disparou e voltou a superar a marca de US$ 100 por barril após o Irã anunciar Mojtaba Khamenei como sucessor de seu pai, Ali Khamenei, no posto de líder supremo — movimento visto como um sinal de continuidade da ala linha-dura no poder em Teerã.

A commodity também é pressionada por cortes de produção no Golfo. Kuwait e Emirados Árabes Unidos começaram a reduzir a extração diante do rápido aumento dos estoques, provocado pelo fechamento do Estreito de Ormuz. O Iraque já havia iniciado paralisações na produção na semana passada.

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>> Bitcoin (BTC) avança 0,8%, a US$ US$ 68.271,77; Ethereum (ETH) sobe 2,5%, a US$ 2.014,89
>> Petróleo tipo Brent avança 11,31%, a US$ 103,17 por barril; WTI avança 8,99%, a US$ 98,90 por barril
>> Wall Street: Futuros operam em baixa com S&P 500 (-0,96%), Dow Jones (-1,10%) e Nasdaq (-1,06%)
>> ADR da Petrobras (PBR) sobe 1,31% a US$ 17,78 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) cai 2,14% a US$ 14,65 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) cai 2,12% a US$ 35,51 no pré-market nos EUA
Bolsas da Ásia fecham em baixa, com tombos em Tóquio e Seul, em meio à disparada do petróleo

A Bolsa de Tóquio recuou mais de 5% nesta segunda-feira (9), e outros mercados asiáticos também amargaram fortes perdas, depois que o preço do petróleo saltou para quase US$ 120 o barril, em meio à guerra no Oriente Médio, lançando uma sombra sobre as economias da região, fortemente dependentes da importação de petróleo bruto e gás.

A nova disparada do petróleo ocorreu depois que alguns grandes produtores do Golfo cortaram a produção da commodity, em meio ao fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, por onde trafega cerca de um quinto do petróleo mundial.

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Futuros de Wall Street despencam com prolongamento da guerra no Irã e temores de inflação com alta no petróleo

Os futuros dos índices acionários dos Estados Unidos caíam mais de 1% nesta segunda-feira (9), enquanto os preços do petróleo dispararam, agravando os temores de inflação à medida que as hostilidades no Oriente Médio não mostram sinais de diminuição.

Os preços do petróleo bruto saltaram mais de 25%, aproximando-se de US$ 120 por barril, enquanto o dólar americano disparou com investidores buscando ativos de refúgio. A alta nos custos de energia ampliou as preocupações de que as taxas de juros possam permanecer elevadas por mais tempo, com o rendimento do título de referência do Tesouro de 10 anos atingindo o nível mais alto em mais de um mês.

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Títulos da zona do euro caem com guerra puxando alta do petróleo e mais nervosismo nos mercados

Os títulos públicos da zona do euro sofreram forte queda nesta segunda-feira (9), elevando os rendimentos aos níveis mais altos em um ano, à medida que os temores de consequências prolongadas da ampliação da guerra no Oriente Médio impulsionaram os preços do petróleo e agravaram as preocupações com a inflação.

O rendimento do título do governo da Alemanha de 10 anos, referência do bloco, subiu 5,9 pontos-base, para 2,922%, o nível mais alto em um ano.

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Petróleo reduz parte dos ganhos, mas ainda caminha para salto recorde

Os preços do petróleo recuaram das máximas anteriores nesta segunda-feira (9), mas ainda subiam mais de 15%, em níveis não vistos desde meados de 2022, à medida que alguns grandes produtores cortaram o fornecimento e o mercado foi tomado por temores de interrupções prolongadas no transporte marítimo devido à expansão da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Os contratos futuros do Brent subiam US$ 15,51, ou 16,7%, para US$ 108,20 por barril às 06h42 GMT — a caminho do maior salto já registrado em um único dia — enquanto os futuros do petróleo West Texas Intermediate (WTI), dos EUA, avançavam US$ 14,23, ou 15,7%, para US$ 105,13.

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