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Tempo Real: Ibovespa acompanha desenrolar do conflito no Oriente Médio

10 mar 2026, 6:30 - atualizado em 10 mar 2026, 6:34
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: Com a agenda esvaziada, o Ibovespa (IBOV) e o mercado voltam os olhos para a balança comercial da China, dado que impacta na percepção de crescimento da segunda maior economia do mundo. Além disso, os investidores seguem de olho no conflito do Oriente Médio.

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Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Fundo imobiliário firma contrato de locação no Rio de Janeiro e prevê ganho por cota; IFIX aprofunda queda em março

O fundo imobiliário XP Corporate Macaé (XPCM11) anunciou, por meio de fato relevante, a assinatura de um aditivo a um contrato de locação no Edifício The Corporate Macaé, que fica localizado no Rio de Janeiro.

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o acordo foi firmado com uma empresa do setor de serviços para ocupar 194,72 metros quadrados (m²) no 6º pavimento do imóvel.

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BNP Paribas Asset adota postura defensiva e evita ‘apostas binárias’ diante da guerra no Irã

Em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e o avanço do petróleo, a BNP Paribas Asset Management Brasil opta por uma estratégia de cautela. Para Marcos Kawakami, líder de renda variável da gestora, a incerteza sobre a duração do conflito torna qualquer aposta direcional extremamente arriscada, levando a instituição a priorizar o equilíbrio de riscos em suas carteiras.

O “nó de decisão” para o investidor, segundo Kawakami, depende de variáveis políticas e militares imprevisíveis. “Eu acho que a melhor decisão de um gestor hoje é ficar mais defensivo”, disse ao Money Times.

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Petróleo dá reviravolta com Trump acalmando o mercado; veja o que mexe com o Ibovespa hoje (10)

Quem acompanhou a disparada do petróleo na última semana — a commodity chegou a US$ 119 por barril após o Irã anunciar Mojtaba Khamenei como posto de líder supremo — dificilmente imaginava uma reversão tão rápida.

Os preços passaram a cair depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a guerra com o Irã deve terminar em breve. A declaração foi interpretada como uma tentativa de acalmar os mercados, que, ainda assim, permanecem céticos quanto a um desfecho rápido para o conflito que vem se espalhando pelo Oriente Médio.

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MT Entrevista: No que a Fitch está de olho para elevar o rating do Brasil — e por que isso não deve acontecer neste ano

A Fitch Ratings avalia que a economia brasileira apresentou desempenho positivo em 2025, com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,3% — abaixo dos 3,4% de 2024, mas considerado bom diante da política monetária restritiva e da ausência de estímulos fiscais significativos.

Apesar do cenário econômico relativamente favorável, o Brasil mantém seu rating soberano em ‘BB’ com perspectiva estável, e, segundo Todd Martinez, cochefe de ratings soberanos para América Latina da Fitch, uma elevação antes do último trimestre de 2026 não está no radar.

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Fitch reitera rating BB+ da Sabesp (SBSP3) com demanda resiliente e operações de larga escala

A Fitch reiterou os ratings da Sabesp (SBSP3) diante da demanda resiliente e operações de larga escala, mesmo diante do ciclo de despesas com capital (capex) agressivo que prevê mais de R$ 70 bilhões para o período entre 2026 e 2029.

Em relatório divulgado nesta segunda-feira(9), a Fitch reiterou os ratings de inadimplência do emissor (IDRs) de longo prazo em moeda estrangeira e em moeda local em BB+. A Fitch também afirmou as notas seniores sem garantia da Sabesp Lux S.a.r.l. em BB+, bem como o rating nacional de longo prazo da Sabesp e suas emissões de debêntures seniores sem garantia. A perspectiva para a nota é estável.

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Grendene (GRND3) negocia venda de 100% de subsidiária nos EUA para Pajar Distribution

A Grendene (GRND3) informou nesta segunda-feira (9) que assinou uma carta de intenções não vinculante para vender a sua subsidiária integral nos Estados Unidos, a Grendene Global Brands USA, à Pajar Distribution Ltée.

Segundo a companhia, a operação prevê a possível alienação de 100% do capital da unidade norte-americana, responsável por atividades da empresa no país.

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>> Bitcoin (BTC) avança 4,5%, a US$ 70.854,77; Ethereum (ETH) sobe 3,2%, a US$ 2.060,14
>> Petróleo tipo Brent cai 9,16%, a US$ 89,94 por barril; WTI recua 8,91%, a US$ 86,43 por barril
>> Wall Street: Futuros operam em alta com S&P 500 (+0,42%), Dow Jones (+0,42%) e Nasdaq (+0,53%)
>> ADR da Petrobras (PBR) cai 2,53% a US$ 17,70 no pré-market nos EUA
>> ADR da Vale (VALE) sobe 0,98% a US$ 15,48 no pré-market nos EUA
>> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,84% a US$ 37,41 no pré-market nos EUA
Bolsas da Ásia fecham em alta com queda do petróleo após comentários de Trump

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira (10), revertendo parte das perdas da véspera, depois que o petróleo recuou com força e Wall Street se recuperou ontem com sinalização do presidente dos EUA, Donald Trump, de que o conflito com o Irã pode estar perto do fim.

Liderando o movimento na Ásia, o índice sul-coreano Kospi saltou 5,35% em Seul, a 5.532,59 pontos, depois de sofrer um tombo de quase 6% do pregão anterior, enquanto o japonês Nikkei subiu 2,88% em Tóquio, a 54.248,39 pontos, o Hang Seng avançou 2,17% em Hong Kong, a 25.959,90 pontos, e o Taiex registrou ganho de 2,06% em Taiwan, a 32.771,87 pontos.

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Petróleo caí mais de 6% após previsão de Trump sobre fim da guerra no Oriente Médio

Os preços do petróleo caíam nesta terça-feira (10), depois de atingirem uma alta de mais de três anos na sessão anterior, à medida que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, previu que a guerra no Oriente Médio poderia terminar em breve, aliviando as preocupações com interrupções prolongadas no abastecimento global de petróleo.

Os contratos futuros do Brent caíam US$ 6,28, ou 6,3%, para US$ 92,68 por barril, enquanto o petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) dos EUA cedia US$ 6,19, ou 6,5%, para US$ 88,58 por barril. Ambos os contratos despencaram até 11% mais cedo, antes de reduzir algumas perdas.

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Prejuízo da Cosan (CSAN3) caí 40% e fecha 4T25 em R$ 5,8 bilhões

A Cosan (CSAN3) anunciou na madrugada desta terça-feira (10) que encerrou o quarto trimestre de 2025 com um prejuízo líquido de R$ 5,8 bilhões, queda de 38% na comparação com igual período de 2024 quando havia apresentado resultado negativo de R$ 9,3 bilhões.

De acordo com o balanço divulgado pela empresa, o prejuízo foi causado por “efeitos pontuais e sem efeito caixa do ‘impairment’ de determinados ativos” da investida Raízen.

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Trabalhadores da JBS (JBSS32) entrarão em greve em fábrica de carne bovina nos EUA

Cerca de 3.800 trabalhadores de um frigorífico da JBS (JBSS32) em Greeley, Colorado, planejam entrar em greve a partir de 16 de março, informou o sindicato dos trabalhadores nesta segunda-feira (9), paralisando a produção em uma das maiores fábricas de carne bovina dos Estados Unidos, em um momento em que os consumidores enfrentam preços recordes.

A paralisação coloca uma força de trabalho composta em grande parte por imigrantes contra a maior empresa de carne do mundo, e já levou os pecuaristas a entregar o gado em instalações alternativas.

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Tegma (TGMA3) tem queda de 39% no lucro do 4º tri

A empresa de logística rodoviária Tegma (TGMA3) teve lucro líquido de R$ 52,2 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 38,7% na comparação com o mesmo período de 2024, segundo relatório de resultados divulgado nesta segunda-feira (9).

O recuo no lucro foi atribuído pela companhia à queda do resultado operacional e à redução da equivalência patrimonial no período.

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